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MINHA HISTÓRIA

24 jan 2018 às 21:26

Mais que a semelhança física, Morena, como prefere ser chamada, gosta, assim como a artista norte americana Tina Turner, de dançar. Natural de Sertanópolis, mudou-se para Londrina aos sete anos e, na virada dos 14 para os 15 anos, casou-se. Num tempo em que o casamento era uma fuga, logo Morena também começou a trabalhar. Do serviço pesado, todas as recordações. Também teve experiência como auxiliar de enfermagem em um hospital em Mandaguari e, em Cascavel, trabalhou na delegacia. "Ajudava muito o Sargento Pires". Mãe de oito, todos de parto natural, conta que o mais velho tem 32 anos. Já o caçula, 27. Ainda na somatória entram os netos. São 22. "E 13 bisnetos", gaba-se. Com postura de se admirar, Morena diz que a dança e o salto ajudam a manter a boa forma. "Sou muito alto astral, apesar dos momentos em que sei que sou nervosa e isso deve ser pelos sofrimentos do passado. Mas ficaram para atrás. Hoje sou independente". Sobre sua autenticidade para se vestir, diverte-se: "Às vezes pensam que eu e minha filha somos irmãs", diverte-se. Vejo muita revista, mas tenho o meu próprio estilo, sei me produzir, gosto de acessórios, cores e quando passo por um brechó e gosto de algo, vejo se vai ficar bem para mim e se cabe no meu bolso. Sem contar o atendimento, que faz muito diferença para eu fazer uma compra. Moradora da região central, Morena diz que também gosta de piscina e sol. "Mas quando chove, vou para o bingo. Lá me concentro, esqueço os problemas e me divirto". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)


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