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MINHA HISTÓRIA

30 ago 2017 às 21:11

Para quem começou a trabalhar aos 14 anos, comodismo é palavra que não faz parte do dicionário da comerciante Andréa Luciana Inage, 42 anos. "Meu primeiro emprego foi na Pakalolo do Catuaí Shopping, logo que inaugurou." De lá pra cá, Lu, como é chamada pelas amigas, fornecedores e clientes, soma muitas experiências profissionais. Passou 12 anos no Japão, onde, ao lado do marido Sérgio, ganhou também muita vivência. Há cinco anos, investiu em sua veia empreendedora. Começou com sapatos e bolsas e há um ano focou em roupas e acessórios femininos. "Toda semana tem novidades. O perfil das minhas clientes é a modinha. São peças que estão na moda e com preços acessíveis. Hoje em dia é muito mais fácil se vestir bem e sabemos o poder que a roupa tem para mexer com a autoestima da pessoa". Com uma vitrine que considera enxuta, Lu aposta nas redes sociais como ferramentas aliadas em suas vendas. "Sempre gostei de vender e sei usar a tecnologia a favor. Mesmo fora da loja, trabalho atendendo às clientes e, se antigamente era preciso aguardar a revista do mês para saber o que a moda ditava, hoje basta um clique. Mas é preciso dar feedback para as clientes e ser muito profissional porque ter uma loja exige disciplina, esforço físico para enfrentar viagens e muita disciplina, principalmente com o dinheiro, pois nem só de glamour, sobrevive a moda. Felizmente, o Sérgio, meu marido, é meu sócio, parceiro e isso faz a diferença". Sobre a moda ser democrática, pensa: "Cada um deve respeitar o seu próprio estilo". (Walkiria Vieira/NOSSODIA)


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