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MINHA HISTÓRIA

11 abr 2018 às 20:44

Acordar cedo para trabalhar é algo que a diarista Terezinha de Jesus Oliveira, 45 anos, está acostumada a fazer. "Ia pra roça desde criança." A brincadeira, segundo Terezinha, era na roça. "Colhia café, apanhava algodão". Filha de Elvira Aparecida, dividiu colo com seis irmãos e orgulha-se da mãe, "vivinha da Silva". Uma das responsáveis pela manutenção da limpeza do Parque Governador Ney Braga, Terezinha considera que a feira seja uma benção na vida dela e de outros profissionais que trabalham antes, durante e até depois do evento. Esse é o quinto ano consecutivo que venho. Já trabalhei na reciclagem e esse ano estou no varrição." Moradora de Cambé, alegra-se: "A época da feira é muito boa e esperada, mas não só pelo dinheiro. A gente conhece pessoas, revê amigos, conhecidos e quem me reconhece me cumprimenta e me deixa mais feliz." Mãe de Matheus, Roger e Michele, orgulha-se também dos netos João Miguel e Arthur Miguel. Para Terezinha, a feira é uma grande festa e que se completa com o trabalho em conjunto. "Trabalho aqui ouvindo música, vejo gente famosa e tudo é importante. Os shows, os brinquedos, os animais e até o policiamento. Todo mundo faz um pouco para a coisa funcionar", reforça. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)


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