O biólogo e presidente da ONG Meio Ambiente Equilibrado (MAE), Marcelo Arasaki, entende que uma maior contaminação do Lago Norte em relação ao Igapó é justamente porque o espaço da zona norte está mais na periferia da cidade, onde a fiscalização é mais difícil. "O que se vê hoje nos nossos lagos é o reflexo da má gestão e gerenciamento dos nossos corpos hídricos. Mais do que a beleza desses lugares é preciso se preocupar com a qualidade da água. E quanto mais tempo passar e mais poluição tiver, mais caro para o bolso do contribuinte vai ficar a conta para a recuperação destas áreas", frisou.
Para Marta Marcondes, os lagos londrinenses ainda não estão nos níveis de poluição de outros locais em grandes cidades brasileiras e é possível reverter o quadro. "Porém, estes dados estão dando um alerta e é preciso que o poder público identifique de onde estão vindo os despejos irregulares para que a poluição acabe".
A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) informou que como não tinha informações detalhadas sobre os laudos técnicos não poderia se pronunciar. (L.F.C.)
Para Marta Marcondes, os lagos londrinenses ainda não estão nos níveis de poluição de outros locais em grandes cidades brasileiras e é possível reverter o quadro. "Porém, estes dados estão dando um alerta e é preciso que o poder público identifique de onde estão vindo os despejos irregulares para que a poluição acabe".
A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) informou que como não tinha informações detalhadas sobre os laudos técnicos não poderia se pronunciar. (L.F.C.)