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Menos fiscalização, mais poluição

09 abr 2015 às 09:47
O biólogo e presidente da ONG Meio Ambiente Equilibrado (MAE), Marcelo Arasaki, entende que uma maior contaminação do Lago Norte em relação ao Igapó é justamente porque o espaço da zona norte está mais na periferia da cidade, onde a fiscalização é mais difícil. "O que se vê hoje nos nossos lagos é o reflexo da má gestão e gerenciamento dos nossos corpos hídricos. Mais do que a beleza desses lugares é preciso se preocupar com a qualidade da água. E quanto mais tempo passar e mais poluição tiver, mais caro para o bolso do contribuinte vai ficar a conta para a recuperação destas áreas", frisou.
Para Marta Marcondes, os lagos londrinenses ainda não estão nos níveis de poluição de outros locais em grandes cidades brasileiras e é possível reverter o quadro. "Porém, estes dados estão dando um alerta e é preciso que o poder público identifique de onde estão vindo os despejos irregulares para que a poluição acabe".
A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) informou que como não tinha informações detalhadas sobre os laudos técnicos não poderia se pronunciar. (L.F.C.)

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