Quando mais o time precisa, lá está ele. Tem sido essa a rotina do goleiro Vítor no Londrina. Foi assim no último domingo, contra o Rio Branco, quando ele foi o principal responsável por garantir mais um ponto para o Tubarão no Campeonato Paranaense. Com pelo menos três defesas difíceis e também um pouco de sorte, o carioca de 29 anos e 1,90 metro levou a melhor sobre o ataque do Leão da Estradinha e evitou a derrota alviceleste no Litoral.
Mas essa não foi a primeira vez que São Vítor, como já vem sendo chamado, entrou em cena para salvar o Tubarão. Nos últimos jogos, mesmo com as vitórias, a cena tem sido comum. Como por exemplo no duelo com o Nacional, no estádio do Café, na segunda rodada do Estadual. Roteiro que faz do jogador uma unanimidade entre torcedores e companheiros naquela que ele mesmo aponta ser a melhor fase da carreira.
"Acredito que é sim, o melhor momento da minha carreira, até porque é o momento em que consigo ter a maior sequência de jogos. Passei por muitos clubes onde joguei muito pouco. Graças a Deus, ano passado também tivemos conquistas e isso é importante para o atleta, que passa a ter mais confiança para jogar. Evolui tecnicamente porque tem essa sequência maior de jogos, também não me lesionei", analisou Vítor.
Entre as grandes defesas feitas com a camisa do Londrina, o camisa 1 tem sua preferida: aquela na cabeçada do atacante Rodrigo Dantas, do Maringá, aos 28 minutos do segundo tempo do clássico válido pela terceira rodada do Estadual deste ano, que terminou com vitória alviceleste.