"Não acredito em sorte. Sorte tem a pessoa que ganha no jogo de bicho. O que me salvou foi Deus", destaca Kauê sobre ter sobrevivido a oito tiros. A tentativa de homicídio ocorreu por volta das 22 horas, quando ele andava de skate. O jovem tinha 17 anos na época. Para Kauê, tudo não passou de um engano. "Me confundiram com outra pessoa. Não tenho inimizades. Eles me chamaram por um outro nome e atiraram nas minhas costas", recorda.
As munições também atingiram de raspão órgãos importantes e áreas delicadas do corpo de Kauê. "Uma delas explodiu minha medula. Por um centímetro não fiquei paraplégico", ressalta. Além dos tiros nas costas, Kauê sofreu ainda um próximo ao ombro e outros dois na coxa direita, que ficaram alojadas. O projétil do ombro foi retirado, conforme mostra o vídeo na conta de Kauê no Facebook.
Segundo o jovem, a Polícia Civil de Ibiporã abriu inquérito para apurar o caso, mas que até hoje não tem respostas sobre os autores. De acordo com o delegado Roberto Fernandes de Lima, o inquérito foi arquivado em 4 de setembro de 2014 por determinação da Justiça. (P.M.)
As munições também atingiram de raspão órgãos importantes e áreas delicadas do corpo de Kauê. "Uma delas explodiu minha medula. Por um centímetro não fiquei paraplégico", ressalta. Além dos tiros nas costas, Kauê sofreu ainda um próximo ao ombro e outros dois na coxa direita, que ficaram alojadas. O projétil do ombro foi retirado, conforme mostra o vídeo na conta de Kauê no Facebook.
Segundo o jovem, a Polícia Civil de Ibiporã abriu inquérito para apurar o caso, mas que até hoje não tem respostas sobre os autores. De acordo com o delegado Roberto Fernandes de Lima, o inquérito foi arquivado em 4 de setembro de 2014 por determinação da Justiça. (P.M.)