O Palmeiras queria repetir o que fez no Campeonato Paulista, quando atropelou o São Paulo no Allianz Parque. Fez até melhor do que isso. No domingo, goleou o rival por 4 a 0 de forma implacável e garantiu a festa na estreia do técnico Marcelo Oliveira na arena palmeirense. Já o São Paulo, mostrou que embora esteja na parte de cima da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, tem uma zaga que causa pânico.
Com mais posse de bola, o time do Morumbi teve o domínio inicial do jogo e Pato quase marcou um gol de placa aos 15 minutos, quando deu um jogo de corpo e mandou a bola por baixo das pernas de Victor Ramos, driblou Arouca e bateu rasteiro, mas a bola foi na trave. O gol do São Paulo parecia que sairia a qualquer momento, já que o ataque palmeirense era algo praticamente inexistente.
Mas não foi isso que aconteceu. O início do massacre foi aos 31 minutos. Egídio chegou na esquerda e cruzou na frente da área. Leandro Pereira deu um chute fraco, mas forte o suficiente para desviar em Souza e enganar o goleiro Rogério Ceni. O gol mudou o cenário e o psicológico dos atletas das duas equipes.
O organizado e equilibrado São Paulo deu lugar a um time perdido diante de um Palmeiras que acordou e foi no ritmo de sua torcida, na base da pressão. Victor Ramos, pouco depois de ter acertado a trave em um cabeceio, na segunda tentativa não falhou e fez aos 40.
No intervalo, Juan Carlos Osório ainda foi expulso, por reclamação ao árbitro. Aos 13 minutos, Egídio partiu livre pela esquerda, cruzou rasteiro e Rafael Marques bateu cruzado para marcar o terceiro. Aos 26, Egídio, de novo, cruzou, e desta vez, Cristaldo fez.
Com mais posse de bola, o time do Morumbi teve o domínio inicial do jogo e Pato quase marcou um gol de placa aos 15 minutos, quando deu um jogo de corpo e mandou a bola por baixo das pernas de Victor Ramos, driblou Arouca e bateu rasteiro, mas a bola foi na trave. O gol do São Paulo parecia que sairia a qualquer momento, já que o ataque palmeirense era algo praticamente inexistente.
Mas não foi isso que aconteceu. O início do massacre foi aos 31 minutos. Egídio chegou na esquerda e cruzou na frente da área. Leandro Pereira deu um chute fraco, mas forte o suficiente para desviar em Souza e enganar o goleiro Rogério Ceni. O gol mudou o cenário e o psicológico dos atletas das duas equipes.
O organizado e equilibrado São Paulo deu lugar a um time perdido diante de um Palmeiras que acordou e foi no ritmo de sua torcida, na base da pressão. Victor Ramos, pouco depois de ter acertado a trave em um cabeceio, na segunda tentativa não falhou e fez aos 40.
No intervalo, Juan Carlos Osório ainda foi expulso, por reclamação ao árbitro. Aos 13 minutos, Egídio partiu livre pela esquerda, cruzou rasteiro e Rafael Marques bateu cruzado para marcar o terceiro. Aos 26, Egídio, de novo, cruzou, e desta vez, Cristaldo fez.