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Massacre no Maracanãzinho

27 out 2014 às 08:53
José Aldo prometeu e cumpriu: o cinturão do peso pena do UFC ficou no Brasil. Ele venceu o norte-americano Chad Mendes por decisão unânime dos juízes em uma luta acirrada encerrada já na madrugada de domingo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio, pelo combate principal do UFC 179. Com o resultado, Aldo se manteve como o único brasileiro detentor de um título mundial na principal franquia de MMA. Além dele, Fabio Maldonado também conquistou uma vitória por nocaute para o País no card principal.
Para a satisfação do público, o combate ocorreu na maioria do tempo em pé. Ambos tomavam iniciativa de ataque e não fugiam da "trocação". Foram cinco rounds em que Chad pressionou bastante o brasileiro, que soube suportar bem as dificuldades e quando pôde encaixou boas sequências de ganchos e joelhadas que levantavam o público. O presidente do UFC, Dana White, considerou que esse foi o melhor combate de peso pena na história do UFC.
Agora, Aldo ostenta sete defesas de título bem sucedidas e chegou a 25 vitórias, em 26 lutas no UFC. Aliviado por conquistar mais um bom resultado, admitiu que teve dificuldades para superar o rival e o elogiou. "Acho que eu mereci vencer. Ele me acertou, mas eu acertei mais. Acho que foi uma grande luta", contou. "Chad merece meu respeito, respeito ele, sua família e a equipe. Nossa rivalidade fica na hora da luta, depois voltamos a ser amigos".
Essa foi a segunda derrota de Mendes para Aldo. O norte-americano vinha de cinco vitórias, quatro delas por nocaute e, apesar do revés, ficou satisfeito com seu desempenho. "Eu sinto que dei tudo de mim. Sei que tive alguns erros. Tomei alguns ganchos, acho que isso me custou a luta. Era uma luta que queria mais que tudo. Treinei mais duro do que nunca treinei. Deixei no ringue tudo o que tinha", explicou. (Agência Estado)

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