Segundo informação publicada pelo jornal "Estado de S. Paulo", o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, preso em Zurique, na Suíça, desde maio, recebeu uma oferta de emprego da administradora do presídio, para ganhar o equivalente a R$60 diários. O trabalho seria uma forma do cartola passar o tempo. De acordo com a publicação, Marin pôde escolher entre trabalhar com etiquetagem, preencher endereços para um serviço de correios ou ser ajudante de cozinheiro.
A mesma proposta foi feita a todos os seis dirigentes presos após a divulgação do escândalo de corrupção da Fifa. A intenção do presídio é oferecer uma distração aos detentos, que aguardam o processo de extradição para os Estados Unidos - país que comanda as investigações do caso- e que pode ser longo. Ainda, segundo o Estadão, a administradora do presídio e os advogados de Marin não confirmaram se brasileiro acertou a oferta de emprego.
A mesma proposta foi feita a todos os seis dirigentes presos após a divulgação do escândalo de corrupção da Fifa. A intenção do presídio é oferecer uma distração aos detentos, que aguardam o processo de extradição para os Estados Unidos - país que comanda as investigações do caso- e que pode ser longo. Ainda, segundo o Estadão, a administradora do presídio e os advogados de Marin não confirmaram se brasileiro acertou a oferta de emprego.