José Maria Marin tem dados sinais claros de que não fechará acordo delação premiada com a Justiça dos Estados Unidos. Em prisão domiciliar desde a última terça-feira, o ex-presidente da CBF indica que irá concentrar-se apenas em sua defesa. E pessoas próximas ao processo asseguram que a fiança de US$ 15 milhões (R$ 56,9 milhões) virá de forma integral do patrimônio do ex-cartola, de 83 anos.
Depois de cinco meses em uma prisão de Zurique, Marin dormiu na noite de terça para quarta-feira pela primeira vez em sua cama, em um apartamento avaliado em US$ 3,5 milhões na Quinta Avenida. Ao chegar a Nova York, foi levado a uma corte e fechou acordo para acompanhar o processo em liberdade condicional. Mas o juiz estabeleceu o valor da garantia em US$ 15 milhões, acima do que estava previsto.
A família de Marin foi obrigada a depositar em uma conta da Justiça norte-americana US$ 1 milhão e seu apartamento foi confiscado. Além disso, uma garantia de mais de US$ 11 milhões foi estabelecida, o que foi acertado por meio de carta-seguro de um banco. O dinheiro viria do patrimônio do cartola, acumulado em anos no comando da CBF, como deputado e governador.
Um dos principais interesses do FBI é que Marin colabore com a investigação, dando detalhes sobre como ocorreu a negociação das propinas e quem mais esteve envolvido.
Depois de cinco meses em uma prisão de Zurique, Marin dormiu na noite de terça para quarta-feira pela primeira vez em sua cama, em um apartamento avaliado em US$ 3,5 milhões na Quinta Avenida. Ao chegar a Nova York, foi levado a uma corte e fechou acordo para acompanhar o processo em liberdade condicional. Mas o juiz estabeleceu o valor da garantia em US$ 15 milhões, acima do que estava previsto.
A família de Marin foi obrigada a depositar em uma conta da Justiça norte-americana US$ 1 milhão e seu apartamento foi confiscado. Além disso, uma garantia de mais de US$ 11 milhões foi estabelecida, o que foi acertado por meio de carta-seguro de um banco. O dinheiro viria do patrimônio do cartola, acumulado em anos no comando da CBF, como deputado e governador.
Um dos principais interesses do FBI é que Marin colabore com a investigação, dando detalhes sobre como ocorreu a negociação das propinas e quem mais esteve envolvido.