A interdição parcial da ponte na Avenida Soiti Taruma, que liga o Jardim Olímpico ao Jardim Columbia (zona oeste de Londrina), tornou-se um transtorno para os moradores daquela região. Na sexta-feira (30), as águas da chuva elevaram o nível do Ribeirão Esperança, que inundou a ponte, causando erosão e danificando os bueiros. O asfalto cedeu e a prefeitura decidiu interditar a estrutura. Desde então, os moradores têm de percorrer um trecho mais longo para passar de um bairro a outro, o que tem gerado reclamações.
"É isso o que a gente recebe de volta do imposto que a gente paga. Estou fazendo tratamento contra um câncer de pele e ontem (segunda-feira) perdi o horário da radioterapia porque não sabia que tinha outras duas pontes, bem mais distantes, como alternativa. Só fiquei sabendo depois de perder meu horário", queixou-se o aposentado Diego Maurício Diaz, morador do Jardim Olímpico. "Eu queria ver se isso aqui tivesse acontecido na esquina das avenidas Higienópolis e JK (centro) se a prefeitura já não teria arrumado", desafiou o morador.
Segundo o pedreiro Silvano Rodrigues Pesqueiro, a ponte passa por constantes reparos, mas o problema nunca é resolvido. "Aqui está sempre com problema. Eles vêm, dão só uma arrumadinha de qualquer jeito e depois vão embora. Olha como está perigoso isso aqui", disse o morador do Jardim Sabará 3.
Antes do Natal, máquinas estavam no local fazendo reparos na ponte. Na sexta-feira (30), parte do asfalto foi levado pela água e a tubulação da Sanepar foi danificada. A Sanepar fez os reparos no registro da tubulação no mesmo dia e, no sábado (31), a ponte foi parcialmente interditada. Na segunda-feira (2), a estrutura foi totalmente interditada e nesta quarta-feira os veículos voltaram a trafegar em meia pista, mas, de acordo com Pesqueiro, foram os próprios moradores que liberaram a passagem. "A turma abre para poder passar e evitar de dar a volta, mas eu acho arriscado", alertou.
A Sanepar informou que os reparos de responsabilidade da empresa foram concluídos ainda na sexta-feira.
"É isso o que a gente recebe de volta do imposto que a gente paga. Estou fazendo tratamento contra um câncer de pele e ontem (segunda-feira) perdi o horário da radioterapia porque não sabia que tinha outras duas pontes, bem mais distantes, como alternativa. Só fiquei sabendo depois de perder meu horário", queixou-se o aposentado Diego Maurício Diaz, morador do Jardim Olímpico. "Eu queria ver se isso aqui tivesse acontecido na esquina das avenidas Higienópolis e JK (centro) se a prefeitura já não teria arrumado", desafiou o morador.
Segundo o pedreiro Silvano Rodrigues Pesqueiro, a ponte passa por constantes reparos, mas o problema nunca é resolvido. "Aqui está sempre com problema. Eles vêm, dão só uma arrumadinha de qualquer jeito e depois vão embora. Olha como está perigoso isso aqui", disse o morador do Jardim Sabará 3.
Antes do Natal, máquinas estavam no local fazendo reparos na ponte. Na sexta-feira (30), parte do asfalto foi levado pela água e a tubulação da Sanepar foi danificada. A Sanepar fez os reparos no registro da tubulação no mesmo dia e, no sábado (31), a ponte foi parcialmente interditada. Na segunda-feira (2), a estrutura foi totalmente interditada e nesta quarta-feira os veículos voltaram a trafegar em meia pista, mas, de acordo com Pesqueiro, foram os próprios moradores que liberaram a passagem. "A turma abre para poder passar e evitar de dar a volta, mas eu acho arriscado", alertou.
A Sanepar informou que os reparos de responsabilidade da empresa foram concluídos ainda na sexta-feira.
Interdição no Jardim Califórnia já dura quase 11 meses
Na ponte vereador Amélio Viecilli, que dá acesso à Avenida Charles Lindemberg, no Jardim Califórnia (zona leste), a passagem de veículos também vem sendo feita apenas em meia pista, mas naquele local a interdição parcial já dura quase 11 meses. A ponte foi danificada pelas chuvas de janeiro de 2016, mas sua recuperação não foi incluída no pacote de dez obras em pontes licitadas pela prefeitura e que devem ficar pronta até março deste ano. "Já vi caminhão chegar aqui e não conseguir passar. Os caminhões têm que dar a volta e procurar outro caminho. A prefeitura tinha que arrumar logo essa ponte antes que venha outra chuva e estrague ainda mais", disse o operador de máquinas aposentado Joaquim Ferreira. (S.S.)
Na ponte vereador Amélio Viecilli, que dá acesso à Avenida Charles Lindemberg, no Jardim Califórnia (zona leste), a passagem de veículos também vem sendo feita apenas em meia pista, mas naquele local a interdição parcial já dura quase 11 meses. A ponte foi danificada pelas chuvas de janeiro de 2016, mas sua recuperação não foi incluída no pacote de dez obras em pontes licitadas pela prefeitura e que devem ficar pronta até março deste ano. "Já vi caminhão chegar aqui e não conseguir passar. Os caminhões têm que dar a volta e procurar outro caminho. A prefeitura tinha que arrumar logo essa ponte antes que venha outra chuva e estrague ainda mais", disse o operador de máquinas aposentado Joaquim Ferreira. (S.S.)