Futuro
A nova diretoria administrativa do Londrina, que vai comandar o clube até 2019, chega com um discurso de preparar o clube para o futuro. As ideias e as propostas da equipe do presidente Claudio Canuto são interessantes e a expectativa é que elas saiam do papel para o fortalecimento da instituição. O LEC precisa se profissionalizar em todos os departamentos, seguir o caminho de diversos outros clubes médios para que possa caminhar com suas próprias pernas no futuro. É preciso aproveitar que o futebol é terceirizado para dar este passo a frente.
Planejamento
O LEC lançou um plano de gestão para nortear o caminho do clube até 2027. O planejamento prevê a valorização da marca e a reinserção do nome no cenário do futebol brasileiro, aumentar a participação do torcedor nos programas oficiais como o sócio-torcedor e a Timemania, massificar e qualificar o trabalho de revelação de jogadores e sanar todas as dívidas, que hoje estão equacionadas e parceladas. Esta diretoria tem a missão de estreitar o relacionamento com o torcedor e transformá-lo em consumidor, algo que parece impossível de ser realizado pelo parceiro do futebol.
Contrato
A parceria no futebol é extremamente vantajosa para os dois lados. Sem ela, o clube não estaria hoje em uma série B. O parceiro tem muitos méritos em todo este processo de reconstrução do LEC. O atual contrato vence em 2020 e já se discute uma possível renovação. Acredito que até lá, o alviceleste ainda não terá condições de seguir sozinho, mas, o mais importante é se estruturar para poder negociar a continuidade em uma posição diferente do início da parceria, em 2011. Sendo um clube forte, organizado, com administração empresarial certamente terá condições de exigir muito mais em uma possível renovação.