Parceria
O Londrina já traçou uma meta para ter bons reforços para a série B do Brasileiro: parceria com grandes clubes do futebol brasileiro. O objetivo é seguir o modelo firmado com o Fluminense e o Atlético Mineiro em 2016. A vinda de jogadores novos e promissores e também de mais experientes e, neste caso, com os salários pagos pelos clubes de origem, como foi com Fillipe Soutto, no ano passado. A parceria com o Fluminense acontece agora também no Paranaense. O clube carioca cedeu o lateral Ayrton e o atacante Euller.
Limite
O LEC consultou alguns clubes e as conversas foram positivas. Há grandes possibilidades de parcerias com o Palmeiras, Santos e Atlético Mineiro. Estes clubes enxergam o Londrina como uma boa vitrine e a estrutura que o alviceleste oferece também conta pontos. Ainda em relação a reforços, o clube já tem apalavrado acordo com cinco jogadores: um goleiro, dois meias e dois atacantes. A ideia do LEC é firmar um pré-contrato com os atletas para que eles se apresentem após os estaduais. Na série B deste ano poderão ser inscritos até 40 jogadores e isso obriga os clubes a errarem pouco nas contratações.
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Ousar
Reforço de verdade é aquele jogador que agrega qualidade ao time e que quando chega no aeroporto já veste a camisa e resolve no jogo. O Londrina terá mais dinheiro este ano e acho que a direção deveria ousar um pouco mais. Deveria contratar pelo menos dois jogadores diferenciados. Um meia, um camisa 10 e um centroavante, um matador. Jogador na casa de R$ 60, R$ 70 mil para ser um diferencial do LEC na série B. Quando se fala que jogador de R$ 10 mil joga R$ 10 mil e de R$ 50 mil joga R$ 50 mil é uma verdade. Pela forma de gestão que o clube tem, acho bem improvável isso acontecer, mas a sugestão foi dada.