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LUCIO FLÁVIO

17 jun 2018 às 19:49

Solução?
O meia Dudu chegou como uma das grandes contratações do Londrina para a temporada ainda durante o Campeonato Paranaense, mas não pôde jogar porque o prazo para a inscrição de novos atletas já havia terminado. Ficou treinando mais de um mês especificamente para a Série B. No clube, todos fizeram muitos elogios à qualidade do atleta. Começou o Brasileiro como titular nas seis primeiras rodadas, não convenceu, foi para o banco de reservas e, na partida contra o Goiás, sequer foi relacionado pelo técnico Marquinhos Santos entre os 23 jogadores convocados para a partida.

Vôlei
Durou pouco a alegria dos londrinenses em ter uma equipe competitiva de vôlei na cidade. O time de Londrina vai disputar a Superliga Feminina por Balneário Camboriú (SC). Por aqui não foi possível encontrar empresas interessadas em bancar os custos de R$ 3 milhões necessários para a disputa da competição. É mais uma prova de como é difícil fazer esporte de alto nível em Londrina. Falta dinheiro, visão dos empresários e apoio dos nossos políticos.

Basquete
Se a cidade vai ficar sem a Superliga Feminina, a possibilidade do basquete masculino jogar o NBB (Novo Basquete Brasil) é muito grande. A equipe deve ser convidada a disputar a elite do basquete nacional em razão da desistência de alguns clubes que têm vaga no NBB. Se o convite realmente se confirmar, a equipe tem a promessa de patrocínio de uma grande estatal do país. O custo para jogar o NBB também é alto. Os clubes precisam comprovar um orçamento de pelo menos R$ 1,5 milhão por temporada. A Liga de basquete é hoje a mais atrativa e bem organizada competição do País. Sem falar da paixão do londrinense pelo basquete. Será realmente um grande presente.


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