Superliga
A boa notícia para o esporte de Londrina na última semana foi a confirmação da equipe da Adeps/Positivo na Superliga B de vôlei feminino. É apenas o primeiro passo de um projeto, que pelo menos até agora tem mostrado muita organização e projeção de crescimento. Londrina há muito tempo está fora do circuito nacional das grandes competições, com exceção do futebol. O vôlei feminino tem tudo para se fortalecer e em pouco tempo estar disputando a Superliga Nacional e trazer grandes jogos para o Moringão. A credibilidade da ex-jogadora Elisângela Oliveira é enorme e dá respaldo para acreditarmos em um projeto duradouro e vitorioso.
Handebol/Basquete
A única modalidade que ainda sobrevive na cidade na disputa de competições nacionais é handebol masculino. O time tem muitas limitações de orçamento e está longe de ser aquela força do início dos anos 2000 e só não parou definitivamente graças à insistência e à paixão do técnico Giancarlos Ramirez. Não recebe o apoio que merece. O basquete masculino tenta reencontrar o caminho do sucesso das décadas de 1990 e 2000. A equipe voltou a ser forte em nível estadual, mas ainda tem uma estrutura muito limitada em termos nacionais. O tempo continua sombrio para o esporte da cidade, mas alguns flashes de luz teimam em aparecer, abrindo perspectivas para o futuro.
De volta
O zagueiro Luizão está de volta ao Londrina. Com contrato até o ano que vem, vai jogar o Campeonato Paranaense de 2018. Luizão retornou do empréstimo ao Coritiba, onde foi pouco utilizado na primeira divisão. O zagueiro tem o seu nome cravado na história alviceleste por ter feito o gol do acesso para a Série B em 2015. Neste ano ficou marcado pela briga com o goleiro Zé Carlos e perdeu espaço. Luizão está longe de ser um zagueiro técnico e de futebol refinado. Sempre se destacou pela vontade, determinação e entrega em campo. Acredito que até fez falta em alguns momentos no Brasileiro e pode ser sim uma peça útil no Estadual. Então, bom retorno e boa sorte.