Agora vai?
O Londrina parece que se deu conta da importância de se investir no sócio-torcedor. O clube anunciou a contratação de um profissional da área de marketing para cuidar do programa. César Macedo, ex-gerente da Viação Garcia, é um nome que conhece do assunto e, com respaldo, tem tudo para alavancar e aumentar o número de sócios. Passou da hora do clube dar atenção para este filão, que hoje é muito bem utilizado por diversos clubes brasileiros, desde os grandes até os pequenos.
Meta
O LEC tem hoje apenas 1,7 mil associados em dia. Um número inexpressivo pelo tamanho da cidade e pelo que representa o clube. Muito também por culpa do próprio Londrina, que nunca fez um trabalho efetivo de divulgação. A meta é chegar a pelo menos cinco mil até o início da Série B, em maio. "Imagino que um número de 10 mil sócios é tranquilamente possível em uma cidade como Londrina", apontou o novo dirigente. Isso representaria algo em torno de R$ 500 mil/mês. Mais do que o clube vai receber da TV na Série B.
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Exemplos
Muitos clubes brasileiros exploram bem hoje o programa de sócio. Exemplos não faltam: Internacional, Grêmio, Palmeiras, Corinthians. Mas, existem muitos, pequenos e médios, que também servem de referência. O Operário de Ponta Grossa tem hoje três mil sócios. A Chapecoense soma mais de 13 mil. O Joinville tem atualmente 10 mil pagantes. Se eles podem porque o LEC não pode? Basta trabalhar bem e o time continuar respondendo em campo, que o resultado aparece. Abre o olho Tubarão!