Campanha
Após quatro rodadas, o Paranaense deu uma pausa para o Carnaval. A competição recomeça no domingo com o Londrina jogando em Paranaguá. A conquista de nove pontos ficou abaixo do programado pelo técnico Cláudio Tencati, que queria somar pelo menos 10. Lembrando que o LEC fez três jogos em casa. A derrota para o asa negra Operário freou o início arrasador com três vitórias. Apesar disso, a situação na tabela é cômoda e o alviceleste tem mais sete jogos para somar 12 pontos e terminar entre os três primeiros colocados na fase classificatória, que é a meta da comissão técnica do LEC. Serão mais três partidas no Café e quatro fora de casa.
Ataque
A derrota para o Operário confirmou a fragilidade do ataque alviceleste, que já havia ficado evidente nas três rodadas iniciais, apesar das vitórias. Artur está longe da boa forma do artilheiro que foi em 2014. Weverton, que nunca foi de fazer muitos gols, sente a falta de ritmo. Praticamente passou o ano passado todo sem uma boa sequência de jogos. Neílson, também sem ritmo, nem de longe lembra o artilheiro de 2013. Os três já mostraram muito mais futebol com a camisa do próprio Londrina, mas precisam voltar a jogar bem. A paciência e a confiança de Tencati já estão acabando. Daqui a pouco vai ser obrigado a mudar.
Bem feito
Mais absurdo que limitar o número de jornalistas que podem trabalhar nos jogos do Campeonato Paranaense, é a Federação descontar dos borderôs das partidas os valores para arcar com esta nova medida. De cada partida, R$ 400, ou 66% da despesa total, sai dos cofres dos clubes para pagar a diária dos dois representantes da entidade que vão aos estádios fiscalizar e atrapalhar o trabalho da imprensa. Bem feito aos clubes, que aceitaram essa imposição durante o arbitral do estadual. No Paraná é assim, a FPF inventa as coisas e os clubes pagam. Por isso que o nosso futebol a cada ano perde interesse, credibilidade e fica mais pobre.