Identificação
Existem alguns jogadores que nasceram para jogar em determinados clubes. E o zagueiro Dirceu é um que nasceu para jogar no Londrina. Aqui ele sempre se deu bem. Gosta da cidade, da torcida e se sente em casa por aqui. Por isso, a marca de 100 jogos alcançada diante do ABC no sábado foi especial. O zagueiro sempre fez questão de deixar público o seu carinho e respeito pelo clube e o reconhecimento da importância do LEC ter entrado na sua vida. Dirceu foi um antes e é um jogador hoje muito melhor após as três passagens pelo Tubarão.
Na história
Dirceu tem o privilégio de ser um dos poucos da história alviceleste a levantar dois troféus: campeão paranaense em 2014 e da Copa da Primeira Liga este ano. Como esquecer os pênaltis cobrados contra o Cruzeiro e o Galo, este mancando e com câimbras. Tem seu nome gravado entre os maiores. Claro que o zagueiro busca situações mais rentáveis para a sua carreira, mas tenho certeza que se houver um projeto para ele permanecer não pensará duas vezes em seguir no LEC. Manter Dirceu no elenco já seria o primeiro acerto do clube visando 2018.
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Segunda pele
Ao longo da carreira, Dirceu não conseguiu jogar no Coritiba, não foi bem no Paysandu, teve um bom início em Portugal, mas depois resolveu voltar ao Brasil e no Figueirense a experiência foi a pior possível. É só chegar aqui que as coisas voltam ao normal para o xerife. A camisa azul e branca cai tão bem que parece uma segunda pele. E a torcida sabe que com ele em campo não vai faltar vontade, disposição, transpiração e vibração. E amor ao manto alviceleste. O zagueiro sabe que se ficar por aqui viverá muitos outros momentos vitoriosos. Então, vida longa ao capitão alviceleste!