Bolso cheio
O Londrina já sabe que terá mais dinheiro do que no ano passado para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. Com a nova divisão das cotas de transmissão, que vai premiar a questão técnica, ou seja, os mais bem colocados em 2016 vão receber mais. Como o Londrina foi o sexto colocado, a verba total será de R$ 6,6 milhões, quase 20% a mais. No ano passado, o alviceleste recebeu R$ 4,2 milhões de cotas de transmissão e mais R$ 1,1 milhão antecipado da assinatura do contrato com a TV Globo. Em 2017, além dos R$ 5,3 milhões, o clube vai receber mais R$ 1,3 milhão justamente em razão deste novo formato da divisão de cotas.
Time forte
Levando em consideração que a Série B é disputada em sete meses - de maio a novembro - são mais de R$ 900 mil/mensais só de cota da TV. O Atlético Goianiense foi campeão no ano passado com uma folha de pagamento em torno de R$ 650 mil. Sem falar ainda em outras receitas que o clube tem como bilheterias, sócio-torcedor, patrocinadores (algo em torno de R$ 2 milhões/ano) e parceiros. Claro que o Londrina está longe dos maiores orçamentos da Série B, mas não é um orçamento de se desprezar. Se estes recursos foram bem aplicados, o clube tem condições de montar um elenco forte para o Brasileiro. Para o torcedor fica a expectativa da montagem de um time ainda mais competitivo que o de 2016.
Segundona
A Divisão de Acesso que começou domingo promete ser uma das melhores dos últimos anos. Pelo menos teremos muita camisa de peso na competição. Pela primeira vez, a segunda divisão do futebol paranaense terá quatro campeões estaduais juntos: Grêmio Maringá, Iraty, Paranavaí e Operário. Tem ainda o Maringá, vice em 2014. As quatro maiores cidades do interior terão representantes: Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Cascavel. A Portuguesa é a nossa representante e mais uma vez será comandada pelo polêmico e boa praça Knário. Longe da elite do nosso futebol há dez anos, a Lusa acredita que pode surpreender os favoritos e ficar com uma das duas vagas.