MITO
Celsinho chegou de helicóptero e foi embora pela porta dos fundos no Londrina. A demissão foi por deficiência técnica e indisciplina. O que pesou mesmo para a sua saída foi o quebra-pau com o gestor Sérgio Malucelli no vestiário depois do ridículo empate com o Guaratinguetá em 0 a 0. O dirigente reclamou e o meia reagiu. A briga só não foi generalizada porque o pessoal do deixa disso interveio. Celsinho ganhava muito e produzia pouco. Seu ciclo chegou ao fim. Que seja feliz em outro lugar. Aqui não vai fazer falta.
Autoconfiança
Acho que esta chacoalhada do Sérgio Malucelli vai ser positiva para o LEC. Os jogadores estavam muito autoconfiantes e, de certo modo, acomodados. A grande verdade é que o Londrina achava que era muito melhor que os outros e que venceria a hora que quisesse. Futebol não é assim e uma prova disso foram os dois últimos tropeços. O Londrina é forte e competitivo, mas não tem nada a mais do que os demais. Que a demissão do Celsinho sirva para acordar o elenco e recolocar o alviceleste nos trilhos.
Sócio torcedor
O Movimento por um Futebol Melhor atingiu na última semana a marca histórica de um milhão de sócios torcedores. A arrecadação atingiu os R$ 400 milhões anuais. E tem muita gente em Londrina que continua achando que o programa de sócio torcedor não vale a pena. Vai entender, né! Só para constar, no ranking de 63 clubes participantes, o Londrina é o 36º com 2.516 torcedores. Se levarmos em conta que a modalidade mais vendida no LEC custa R$ 40, isso gera uma receita bruta de R$ 100 mil por mês. Que patrocinador do Londrina paga isso por mês? Abre o olho, gente.