Copa do Brasil
O destaque esta semana no futebol brasileiro é o início da Copa do Brasil. São mais de 90 clubes atrás do título e das cotas milionárias. Em razão de um novo contrato com a TV, a competição se tornou a mais atrativa financeiramente do país e, por isso, é a prioridade de muitos clubes. Para se ter uma ideia, o campeão vai faturar R$ 68 milhões em cotas e premiação. Com o Londrina não é diferente. A Copa do Brasil se tornou o grande objetivo do alviceleste neste primeiro semestre. O Tubarão estreia na quarta-feira (31), na distante Ariquemes (RO), contra o Real, atual campeão estadual.
Cotas
O Londrina vai ganhar R$ 500 mil de cota só para fazer o jogo único da primeira fase. O valor é maior do que o clube vai receber por todo o Paranaense. Se chegar a segunda fase, serão mais R$ 600 mil. A meta da diretoria do alviceleste é ir pelo menos até a terceira fase, onde o time pode enfrentar o Atlético Paranaense. Chegando a terceira fase, a cota acumulada será de R$ 2,5 milhões, 50% do que o LEC irá receber para disputar 38 jogos na série B. Realmente não dá para deixar o torneio como segundo plano. Uma boa campanha na Copa do Brasil vai representar muito dinheiro, que pode servir para reforçar o elenco no Brasileiro.
Fantasma
O Londrina embarca para Rondônia com o fantasma do Gurupi atormentando o clube. Não acredito que a vergonhosa eliminação de 2017 se repita, mas é preciso atenção e cuidado. O próprio ex-técnico Claudio Tencati admitiu que o clube não se preparou adequadamente para enfrentar a equipe de Tocantins. Na verdade, o menosprezo custou muito caro e a esperança é que a lição tenha sido aprendida. Qualquer disputa definida em um jogo único se torna perigosa e joga o favoritismo para o lixo. Mesmo jogando pelo empate, o Londrina corre risco porque este tipo de adversário entra muita entusiasmado e os jogadores fazem o jogo da vida. Então, muita concentração e capricho para evitar um novo vexame.