O prefeito Alexandre Kireeff anunciou a elaboração de um Plano Diretor de Saúde Municipal. Segundo ele, trata-se de um movimento que corre paralelamente ao serviço que já é realizado e que projeta um planejamento para os próximos 20 anos na área de saúde. Ele aponta que o plano trabalha diversos eixos, desde a atenção básica até o planejamento da urgência e emergência. "Tem todos os aspectos da saúde de Londrina, levando em atenção principalmente o desenvolvimento demográfico projetado para os próximos 20 anos, a mudança do perfil da população e as perspectivas de mudança do comportamento epidemiológico de diversas endemias", explica. "A meta é que até setembro esteja regularizado para que possamos ter esse horizonte de investimentos de médio e longo prazo tanto em infraestrutura como em recursos humanos. A nossa pretensão é que isso gere um documento que seja apresentado na Câmara e que seja institucionalizado."
O secretário municipal de Saúde, Gilberto Martin, disse que o plano é fundamental porque a pasta tem apagado incêndio o tempo todo. "Ele estabelece um fio condutor para dar sequência ao trabalho atual e, se conseguirmos ter um plano eficaz e que reflita a nossa realidade, nós teremos menos problemas que temos hoje", analisou.
Entre os problemas atuais citados pelo secretário está a deficiência de 500 leitos no município. "Além disso, temos deficiência de estrutura física para oferta de assistência à saúde, inclusive na rede básica, que sob o ponto de vista da demanda encontra-se defasada. Ou seja, já há uma distância razoável entre o que já temos e o que precisamos e as metas ajudariam a diminuir essa defasagem que temos hoje", explicou.
Questionado sobre como financiar tudo isso, o secretário afirmou que se planejamento fosse barrado pela limitação financeira, ele nunca iria acontecer.
O secretário municipal de Saúde, Gilberto Martin, disse que o plano é fundamental porque a pasta tem apagado incêndio o tempo todo. "Ele estabelece um fio condutor para dar sequência ao trabalho atual e, se conseguirmos ter um plano eficaz e que reflita a nossa realidade, nós teremos menos problemas que temos hoje", analisou.
Entre os problemas atuais citados pelo secretário está a deficiência de 500 leitos no município. "Além disso, temos deficiência de estrutura física para oferta de assistência à saúde, inclusive na rede básica, que sob o ponto de vista da demanda encontra-se defasada. Ou seja, já há uma distância razoável entre o que já temos e o que precisamos e as metas ajudariam a diminuir essa defasagem que temos hoje", explicou.
Questionado sobre como financiar tudo isso, o secretário afirmou que se planejamento fosse barrado pela limitação financeira, ele nunca iria acontecer.