Uma rápida caminhada ao lado da linha férrea no Jardim Paraíso, na Zona Norte de Londrina, revela muitos dormentes deteriorados, parafusos desatados e mato alto. Em alguns pontos, o trilho chega a vibrar com um simples pisão. Moradores vizinhos estão preocupados pois vagões carregados, inclusive com combustíveis, passam diariamente pelo trecho e cortam também avenidas e passarelas da região.
Completamente podres, alguns dormentes se soltaram das linhas e ficam caídos ao lado dos trilhos. De tão folgados, alguns parafusos estão soltos sobre a linha. Em alguns casos, as presilhas, que deveriam estar seguras com pelo menos dois parafusos, não possuem nenhum sequer.
O risco para a vizinhança é grande, pois a linha férrea atravessa uma área densamente habitada do Jardim Paraíso. No bairro, o trem passa sobre a avenida Águia Imperial e a passarela subterrânea da rua Patativa, que é rota para os alunos da Escola Municipal Haydee Colli Monteiro.
O sargento do Corpo de Bombeiros, Paulo César de Oliveira, conta que já havia identificado a mesma situação em outro bairro da região Norte em 2013. "Observei este problema na linha de trem que passa pelo nosso bairro, o Conjunto Milton Gavetti. Comuniquei a ALL (América Latina Logística S.A.), fui atendido e o reparo foi realizado", aponta Oliveira.
"As madeiras (dormentes), principalmente, se deterioram com o passar dos anos. Além da ação dos próprios organismos da natureza, ficam podres com chuva e sol. Por isso, acredito que o recomendável é que este problema seja resolvido, uma vez que quando os trens passam os trilhos acabam se abrindo e, com a deterioração dos dormentes, o risco de tombamento é grande", alerta o sargento. "Muitos dos vagões estão carregados com combustíveis e, se tombarem, podem causar um grande dano ambiental", completa. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
Completamente podres, alguns dormentes se soltaram das linhas e ficam caídos ao lado dos trilhos. De tão folgados, alguns parafusos estão soltos sobre a linha. Em alguns casos, as presilhas, que deveriam estar seguras com pelo menos dois parafusos, não possuem nenhum sequer.
O risco para a vizinhança é grande, pois a linha férrea atravessa uma área densamente habitada do Jardim Paraíso. No bairro, o trem passa sobre a avenida Águia Imperial e a passarela subterrânea da rua Patativa, que é rota para os alunos da Escola Municipal Haydee Colli Monteiro.
O sargento do Corpo de Bombeiros, Paulo César de Oliveira, conta que já havia identificado a mesma situação em outro bairro da região Norte em 2013. "Observei este problema na linha de trem que passa pelo nosso bairro, o Conjunto Milton Gavetti. Comuniquei a ALL (América Latina Logística S.A.), fui atendido e o reparo foi realizado", aponta Oliveira.
"As madeiras (dormentes), principalmente, se deterioram com o passar dos anos. Além da ação dos próprios organismos da natureza, ficam podres com chuva e sol. Por isso, acredito que o recomendável é que este problema seja resolvido, uma vez que quando os trens passam os trilhos acabam se abrindo e, com a deterioração dos dormentes, o risco de tombamento é grande", alerta o sargento. "Muitos dos vagões estão carregados com combustíveis e, se tombarem, podem causar um grande dano ambiental", completa. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)