O juiz da 8ª Vara Criminal de Londrina, Délcio Miranda da Rocha, indiciou o capitão da Polícia Militar Ricardo Fardim Eguedis por fraude processual. O PM é acusado de envolvimento na chacina ocorrida em janeiro de 2016, que deixou 11 pessoas mortas e outras 15 feridas. As investigações indicam que o capitão teria recolhido estojos de cartuchos metálicos ejetados nos disparos contra vítimas de homicídios, além de ter retirado das mãos de uma testemunha, cuja identidade é mantida em sigilo, mais um estojo que havia sido recolhido por ela. Na representação, o MP sustenta que a ação teria a intenção de induzir a erro o juiz e o perito.
Eguedis chegou a ser afastado de suas funções, para cumprimento de sete mandados de prisão temporária, 25 de busca e apreensão e sete de condução coercitiva, com o objetivo de identificar os responsáveis pelos assassinatos ocorridos em Londrina e região em janeiro de 2016. O afastamento cautelar foi revogado em fevereiro, por decisão da juíza da 1ª Vara Criminal de Londrina, Elizabeth Khater.
Em nota, o Comando Geral da PM no Paraná informou que não pode ser manifestar porque não foi formalmente notificado da denúncia até o momento. A reportagem encaminhou questionamentos para o advogado de defesa de Eguedis sobre o indiciamento do capitão, mas, até a publicação, não houve respostas. (Luís Fernando Wiltemburg/Grupo Folha)
Eguedis chegou a ser afastado de suas funções, para cumprimento de sete mandados de prisão temporária, 25 de busca e apreensão e sete de condução coercitiva, com o objetivo de identificar os responsáveis pelos assassinatos ocorridos em Londrina e região em janeiro de 2016. O afastamento cautelar foi revogado em fevereiro, por decisão da juíza da 1ª Vara Criminal de Londrina, Elizabeth Khater.
Em nota, o Comando Geral da PM no Paraná informou que não pode ser manifestar porque não foi formalmente notificado da denúncia até o momento. A reportagem encaminhou questionamentos para o advogado de defesa de Eguedis sobre o indiciamento do capitão, mas, até a publicação, não houve respostas. (Luís Fernando Wiltemburg/Grupo Folha)