A morte do motociclista Leandro Rogério Ramos, de 34 anos, no último fim de semana, não foi a primeira e, provavelmente, não será a ultima em Londrina. O rapaz colidiu com um cavalo na avenida Angelina Ricci Vezozzo, na zona norte da cidade. O município aumentou a multa aplicada ao responsável pelo animal solto que for identificado, de R$ 60 para R$ 250, mas, apesar da tragédia, os bichos ainda são vistos em vias com grande movimentação de veículos e pastando em praças, canteiros e gramados.
Morando a poucos metros do local da tragédia, o vigilante Wilson Galdino ressalta que diversos animais circulam pela avenida diariamente. "Sempre tem cavalo solto por aqui. Principalmente durante a noite. Os donos aproveitam do animal durante todo o dia e soltam o bicho depois que anoitece", conta ele.
O acidente com Leandro foi registrado por volta das 4 horas de sábado (12), quando ele seguia em direção à Avenida Saul Elkind. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu entre as duas pontes da avenida. Leandro foi atendido pelos socorristas do Siate e pelo médico do Samu. Em seguida, encaminhado para a Santa Casa. Sua morte foi confirmada na tarde do mesmo dia e o sepultamento ocorreu no domingo, no cemitério Jardim da Saudade.
A Ricci Vezozzo foi recentemente duplicada e liga as zonas norte, leste e avenidas Brasília (BR-369) e Saul Elkind. Alguns motoristas trafegam em alta velocidade, já que a via possui um novo asfalto.
Colisões envolvendo veículos e animais de grande porte não são incomuns. Outro acidente que vitimou fatalmente um motociclista aconteceu na rodovia João Alves da Rocha Loures, que liga o Jardim União da Vitória com o Distrito da Maravilha, na zona sul de Londrina. Em 2015, um adolescente de 16 anos, que conduzia uma motocicleta morreu ao colidir com um cavalo quando retornava de uma festa, também de madrugada.
Morando a poucos metros do local da tragédia, o vigilante Wilson Galdino ressalta que diversos animais circulam pela avenida diariamente. "Sempre tem cavalo solto por aqui. Principalmente durante a noite. Os donos aproveitam do animal durante todo o dia e soltam o bicho depois que anoitece", conta ele.
O acidente com Leandro foi registrado por volta das 4 horas de sábado (12), quando ele seguia em direção à Avenida Saul Elkind. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu entre as duas pontes da avenida. Leandro foi atendido pelos socorristas do Siate e pelo médico do Samu. Em seguida, encaminhado para a Santa Casa. Sua morte foi confirmada na tarde do mesmo dia e o sepultamento ocorreu no domingo, no cemitério Jardim da Saudade.
A Ricci Vezozzo foi recentemente duplicada e liga as zonas norte, leste e avenidas Brasília (BR-369) e Saul Elkind. Alguns motoristas trafegam em alta velocidade, já que a via possui um novo asfalto.
Colisões envolvendo veículos e animais de grande porte não são incomuns. Outro acidente que vitimou fatalmente um motociclista aconteceu na rodovia João Alves da Rocha Loures, que liga o Jardim União da Vitória com o Distrito da Maravilha, na zona sul de Londrina. Em 2015, um adolescente de 16 anos, que conduzia uma motocicleta morreu ao colidir com um cavalo quando retornava de uma festa, também de madrugada.
Cinco dias em putrefação
Cinco dias depois do acidente com Leandro Rogério Ramos, o corpo do pobre animal encontrava-se jogado no canteiro da pista, com as vísceras expostas. O mau cheiro e as centenas de moscas em volta do animal completavam o cenário. As marcas da colisão também permaneciam no asfalto, assim como as peças da motocicleta da vítima. O sinal na pista demonstrava a força da colisão. Pelas marcas, o cavalo encontrava-se na pista no momento do acidente e foi arremessado para cima do canteiro, a mais de cinco metros de distância do lugar do impacto.
O NOSSODIA encaminhou a situação para a assessoria de comunicação da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU), responsável pelo recolhimento dos animais mortos. O órgão afirmou que o setor especializado pelo resgate não tinha sido informado até a última segunda-feira. Como a denúncia foi feita no meio da tarde, a equipe não tinha tempo suficiente para ir ao local. Com o feriado na terça-feira (15), o trabalho ficaria para a manhã de quarta-feira (16). (P.M.)
Cinco dias depois do acidente com Leandro Rogério Ramos, o corpo do pobre animal encontrava-se jogado no canteiro da pista, com as vísceras expostas. O mau cheiro e as centenas de moscas em volta do animal completavam o cenário. As marcas da colisão também permaneciam no asfalto, assim como as peças da motocicleta da vítima. O sinal na pista demonstrava a força da colisão. Pelas marcas, o cavalo encontrava-se na pista no momento do acidente e foi arremessado para cima do canteiro, a mais de cinco metros de distância do lugar do impacto.
O NOSSODIA encaminhou a situação para a assessoria de comunicação da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU), responsável pelo recolhimento dos animais mortos. O órgão afirmou que o setor especializado pelo resgate não tinha sido informado até a última segunda-feira. Como a denúncia foi feita no meio da tarde, a equipe não tinha tempo suficiente para ir ao local. Com o feriado na terça-feira (15), o trabalho ficaria para a manhã de quarta-feira (16). (P.M.)
200 animais apreendidos
De janeiro até o início de novembro, o município apreendeu aproximadamente 200 animais abandonados. O diretor operacional da Sema (Secretaria do Meio Ambiente), Marcos Vinícius Tersariol, explica que a multa para o dono do animal abandonado aumentou. Desde outubro, a pena pecuniária passou de R$ 60 para R$ 250.
Aqueles que encontrarem animais soltos podem fazer a denúncia pelos telefones 3372-4771, das 12h às 18h, e 99124-6757. No caso de animais mortos, a informação deve ser repassada para a CMTU. De acordo com a assessoria de comunicação, o recolhimento dos animais sem vida pela CMTU ocorre diariamente, sendo eles de pequeno ou de grande porte. O telefone para solicitar o trabalho é 3372-7900, de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h. Fora deste horário, de acordo com a assessoria, a recomendação é que o solicitante ligue no telefone 153, da Guarda Municipal (GM), que irá acionar a equipe de plantão responsável pelo recolhimento. (P.M.)
De janeiro até o início de novembro, o município apreendeu aproximadamente 200 animais abandonados. O diretor operacional da Sema (Secretaria do Meio Ambiente), Marcos Vinícius Tersariol, explica que a multa para o dono do animal abandonado aumentou. Desde outubro, a pena pecuniária passou de R$ 60 para R$ 250.
Aqueles que encontrarem animais soltos podem fazer a denúncia pelos telefones 3372-4771, das 12h às 18h, e 99124-6757. No caso de animais mortos, a informação deve ser repassada para a CMTU. De acordo com a assessoria de comunicação, o recolhimento dos animais sem vida pela CMTU ocorre diariamente, sendo eles de pequeno ou de grande porte. O telefone para solicitar o trabalho é 3372-7900, de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h. Fora deste horário, de acordo com a assessoria, a recomendação é que o solicitante ligue no telefone 153, da Guarda Municipal (GM), que irá acionar a equipe de plantão responsável pelo recolhimento. (P.M.)