No começo da manhã do dia 13 de julho, socorristas do Siate foram chamados para socorrer uma jovem que estava caída na rua Dolores Peralta, uma pista marginal da BR-369, no Parque Waldemar Hauer (Zona Leste de Londrina). A mulher foi encontrada inconsciente, com ferimentos pelo corpo e não portava nenhum documento pessoal. E estava na 31ª semana de gestação.
Levada em estado grave para o Hospital Universitário, ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde segue até hoje respirando por aparelhos e correndo sério risco de morrer. E até o momento não há nenhuma pista sobre quem seria esta jovem. Conforme as poucas informações repassadas pela assessoria do hospital, ela é negra, aparenta ter cerca de 20 anos, tem estatura mediana e não possui nenhuma tatuagem ou cicatriz que pudesse auxiliar na sua identificação.
Para salvar a vida do bebê, os médicos decidiram fazer o parto quatro dias após a mulher ter dado entrada no hospital. O menino nasceu pesando pouco mais de 1,5 kg e também precisou ser internado na UTI Neonatal, onde permanece. Na sexta, a assessoria informou que seu peso era de pouco mais de 1,3 kg e que ele só deve deixar a unidade quando se recuperar totalmente. Depois disso, a responsabilidade pela criança será transferida à Vara da Infância.
Mas quem teria agredido a jovem? Que monstro a deixou agonizando, com uma criança na barriga, na beira de uma rodovia? Qual teria sido a motivação do crime? A mulher tem família ou seria moradora de rua? Ela seria suária de drogas? Quem é o pai da criança?
Todas estas perguntas permanecem sem respostas, porque o crime que vitimou mãe e filho ainda nem chegou ao conhecimento da Polícia Civil. Na última sexta, o superintendente da Delegacia de Homicídios, Claudio Santana, disse que não havia recebido nenhum comunicado sobre o fato e que, por isso, não tinha sido instaurado nenhum procedimento investigativo. Sequer a entrada da jovem no pronto-socorro do HU teria sido informada. (Luciano Augusto/Equipe NossoDia)
Levada em estado grave para o Hospital Universitário, ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde segue até hoje respirando por aparelhos e correndo sério risco de morrer. E até o momento não há nenhuma pista sobre quem seria esta jovem. Conforme as poucas informações repassadas pela assessoria do hospital, ela é negra, aparenta ter cerca de 20 anos, tem estatura mediana e não possui nenhuma tatuagem ou cicatriz que pudesse auxiliar na sua identificação.
Para salvar a vida do bebê, os médicos decidiram fazer o parto quatro dias após a mulher ter dado entrada no hospital. O menino nasceu pesando pouco mais de 1,5 kg e também precisou ser internado na UTI Neonatal, onde permanece. Na sexta, a assessoria informou que seu peso era de pouco mais de 1,3 kg e que ele só deve deixar a unidade quando se recuperar totalmente. Depois disso, a responsabilidade pela criança será transferida à Vara da Infância.
Mas quem teria agredido a jovem? Que monstro a deixou agonizando, com uma criança na barriga, na beira de uma rodovia? Qual teria sido a motivação do crime? A mulher tem família ou seria moradora de rua? Ela seria suária de drogas? Quem é o pai da criança?
Todas estas perguntas permanecem sem respostas, porque o crime que vitimou mãe e filho ainda nem chegou ao conhecimento da Polícia Civil. Na última sexta, o superintendente da Delegacia de Homicídios, Claudio Santana, disse que não havia recebido nenhum comunicado sobre o fato e que, por isso, não tinha sido instaurado nenhum procedimento investigativo. Sequer a entrada da jovem no pronto-socorro do HU teria sido informada. (Luciano Augusto/Equipe NossoDia)