Mais do que bem-vindas, as boas notícias na área da economia fazem um bem danado ao cidadão. Pensando na saúde financeira dos leitores, reportagem do NOSSODIA apresenta recente pesquisa publicada pelo Sebrae que aponta os negócios promissores para o ano que está só no comecinho. De acordo com os dados revelados, abrir um negócio no ramo da alimentação, vestuário e conserto será a opção de muitos empreendedores brasileiros. "Para chegar ao resultado apresentado, levou-se em conta os segmentos que mais tiveram alta em 2016 com o argumento de que sinalizam a existência de maior demanda. Atividades ligadas a vestuário, alimentação e higiene estão em destaque. A população continua crescendo e, mesmo em tempo crise, ela não deixa de consumir esses produtos e serviços. As pessoas buscam alternativas mais baratas, mas o consumo permanece. É importante o empresário acompanhar esse movimento da economia para ter mais sucesso", afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Para o setor de reparos e consertos, a explicação é a de que até 2014, a ascensão econômica das classes C e D gerou um boom no consumo de eletrônicos, eletrodomésticos, automóveis, entre outros itens. Com a crise econômica, aumento do desemprego e redução do crédito, essas pessoas agora são forçadas a reparar esses bens ao invés de adquirir produtos novos.
Negócios que superam crise
A esteticista Emília Iglesias Toppa, 26 anos, considera que os cuidados pessoais não são deixados de lado. "Quem está sentindo a crise no bolso faz trocas. Por exemplo, programa o orçamento e deixa de fazer uma viagem, mas não dispensa os cuidados com cabelo, pele, unhas e bem estar." Na prática, se o problema financeiro está fazendo mal, daí que precisam se cuidar para não deixar o barco afundar. "As mulheres, principalmente, estão sempre comprando um batom novo, um perfume, pintam o cabelo, escovam e querem estar bem consigo mesmas", explica. Emília destaca ainda que há clientes que não sentiram a crise e, automaticamente, os centros de estética também não. "A qualidade do atendimento, os serviços oferecidos e os diferenciais do profissional – que precisa se destacar – fazem a diferença no negócio", opina. "Investir no espaço e em treinamento é necessário, pois esse é um mercado bastante competitivo", acrescenta.
O técnico eletrônico especializado em câmeras fotográficas, Ednaldo Prezotto, 23 anos, há sete na área, considera o apontamento da pesquisa pertinente. "O ideal é sempre fazer um orçamento antes de simplesmente comprar um novo. O consumismo muitas vezes leva a uma compra imediata, mas em muitos casos o conserto compensa, principalmente porque muitos equipamentos antigos dão uma ‘surra’, em termos de qualidade em produtos novos no mercado. Por outro lado, muitos clientes insistem no conserto tanto por conhecer a qualidade do produto, como pelo valor sentimental – trata-se de uma decisão inteligente até mesmo para o ambiente", articula. Não pela crise, mas por hábito, o funcionário público Lúcio Alvaro da Silva, 44 anos, dá preferência pelo conserto. "Penso bem e levo em conta a qualidade do produto e, por segurança, conto com uma assistência de confiança". Silva recorda o quanto valeu a pena optar pelo reparo e não descartar o home theater. "Era só um problema o leitor ótico e compensava porque era uma aparelho bom, de marca boa. Está lá até hoje e até os cachorros aproveitam." (W.V.)
A esteticista Emília Iglesias Toppa, 26 anos, considera que os cuidados pessoais não são deixados de lado. "Quem está sentindo a crise no bolso faz trocas. Por exemplo, programa o orçamento e deixa de fazer uma viagem, mas não dispensa os cuidados com cabelo, pele, unhas e bem estar." Na prática, se o problema financeiro está fazendo mal, daí que precisam se cuidar para não deixar o barco afundar. "As mulheres, principalmente, estão sempre comprando um batom novo, um perfume, pintam o cabelo, escovam e querem estar bem consigo mesmas", explica. Emília destaca ainda que há clientes que não sentiram a crise e, automaticamente, os centros de estética também não. "A qualidade do atendimento, os serviços oferecidos e os diferenciais do profissional – que precisa se destacar – fazem a diferença no negócio", opina. "Investir no espaço e em treinamento é necessário, pois esse é um mercado bastante competitivo", acrescenta.
O técnico eletrônico especializado em câmeras fotográficas, Ednaldo Prezotto, 23 anos, há sete na área, considera o apontamento da pesquisa pertinente. "O ideal é sempre fazer um orçamento antes de simplesmente comprar um novo. O consumismo muitas vezes leva a uma compra imediata, mas em muitos casos o conserto compensa, principalmente porque muitos equipamentos antigos dão uma ‘surra’, em termos de qualidade em produtos novos no mercado. Por outro lado, muitos clientes insistem no conserto tanto por conhecer a qualidade do produto, como pelo valor sentimental – trata-se de uma decisão inteligente até mesmo para o ambiente", articula. Não pela crise, mas por hábito, o funcionário público Lúcio Alvaro da Silva, 44 anos, dá preferência pelo conserto. "Penso bem e levo em conta a qualidade do produto e, por segurança, conto com uma assistência de confiança". Silva recorda o quanto valeu a pena optar pelo reparo e não descartar o home theater. "Era só um problema o leitor ótico e compensava porque era uma aparelho bom, de marca boa. Está lá até hoje e até os cachorros aproveitam." (W.V.)