O sistema defensivo, ponto forte do Londrina nas últimas temporadas, já não é tão seguro assim em 2017. Após cinco rodadas da Série B, o time sofreu sete gols e tem a segunda pior defesa da competição – o Náutico tomou oito. Durante todo o Brasileiro do ano passado, o alviceleste foi o menos vazado e levou apenas 29 gols em 38 rodadas.
A dificuldade defensiva, porém, não é exclusividade da campanha na competição nacional. No Campeonato Paranaense, em 17 jogos a equipe sofreu 13 gols. O LEC levou pelo menos um gol nas últimas nove partidas – as semifinais com o Atlético-PR, a final do Interior com o Cianorte e os cincos jogos da Série B. No total, foram 12 gols, o que dá uma média de 1,3 gol por partida nesta sequência.
A fase irregular do melhor setor alviceleste nas últimas competições pode ser explicada por alguns fatores. Na temporada, o LEC já teve três goleiros – Alan, Cesar e Zé Carlos, que não faz mais parte do elenco – e nenhum passou confiança ao time e à torcida. Por esse motivo, o clube foi buscar mais um jogador para a posição e contratou Victor Golas, que ainda não estreou.
O zagueiro Silvio, uma das referências do elenco, voltou após quase um ano lesionado e ainda não tem o ritmo ideal. Até o sempre regular Matheus tem falhado, como no gol do Paraná Clube. O Londrina está no mercado em busca de um outro atleta para a zaga.
Os laterais Lucas Ramon e Ayrton também não deslancharam no Brasileiro. Ramon retornou depois de uma fratura no pé e mostra insegurança. De melhor jogador no Paranaense, o ala esquerdo Ayrton viu seu futebol cair muito na Série B e os três últimos gols sofridos pela equipe foram pelo seu lado.
A dificuldade defensiva, porém, não é exclusividade da campanha na competição nacional. No Campeonato Paranaense, em 17 jogos a equipe sofreu 13 gols. O LEC levou pelo menos um gol nas últimas nove partidas – as semifinais com o Atlético-PR, a final do Interior com o Cianorte e os cincos jogos da Série B. No total, foram 12 gols, o que dá uma média de 1,3 gol por partida nesta sequência.
A fase irregular do melhor setor alviceleste nas últimas competições pode ser explicada por alguns fatores. Na temporada, o LEC já teve três goleiros – Alan, Cesar e Zé Carlos, que não faz mais parte do elenco – e nenhum passou confiança ao time e à torcida. Por esse motivo, o clube foi buscar mais um jogador para a posição e contratou Victor Golas, que ainda não estreou.
O zagueiro Silvio, uma das referências do elenco, voltou após quase um ano lesionado e ainda não tem o ritmo ideal. Até o sempre regular Matheus tem falhado, como no gol do Paraná Clube. O Londrina está no mercado em busca de um outro atleta para a zaga.
Os laterais Lucas Ramon e Ayrton também não deslancharam no Brasileiro. Ramon retornou depois de uma fratura no pé e mostra insegurança. De melhor jogador no Paranaense, o ala esquerdo Ayrton viu seu futebol cair muito na Série B e os três últimos gols sofridos pela equipe foram pelo seu lado.
Tencati rechaça fragilidade
O técnico Claudio Tencati rechaça a tese de fragilidade defensiva e acredita que os erros podem ser corrigidos. "Tivemos jogos difíceis, como
contra o Brasil, e o ponto alto foi a defesa. Não posso avaliar o contexto geral por um jogo apenas. Deslizes acontecem no futebol", apontou.
"É muito caças às bruxas.
Cada um que erra tem que sair, tem que ser mandado embora. Não pode ser assim. É preciso passar confiança".
O aumento de gols sofridos começou justamente no momento em que o técnico Claudio Tencati optou por mudar a formação tática da equipe e escalar o time mais ofensivo. Para o capitão Germano, homem de mais poder de marcação no meio-campo, a nova maneira de atuar não deixou o time vulnerável.
"No ano passado eu tive o mesmo posicionamento a frente da
zaga que tenho hoje. E agora quem
faz a função de segundo volante é o Jardel. Não acredito muito nesta questão de formação porque este
já era um perfil que o Tencati usava", afirmou. "Não podemos tirar o mérito das outras equipes também, mas certamente que precisamos melhorar este retrospecto e estar mais ligados". (L.F.C.)
O técnico Claudio Tencati rechaça a tese de fragilidade defensiva e acredita que os erros podem ser corrigidos. "Tivemos jogos difíceis, como
contra o Brasil, e o ponto alto foi a defesa. Não posso avaliar o contexto geral por um jogo apenas. Deslizes acontecem no futebol", apontou.
"É muito caças às bruxas.
Cada um que erra tem que sair, tem que ser mandado embora. Não pode ser assim. É preciso passar confiança".
O aumento de gols sofridos começou justamente no momento em que o técnico Claudio Tencati optou por mudar a formação tática da equipe e escalar o time mais ofensivo. Para o capitão Germano, homem de mais poder de marcação no meio-campo, a nova maneira de atuar não deixou o time vulnerável.
"No ano passado eu tive o mesmo posicionamento a frente da
zaga que tenho hoje. E agora quem
faz a função de segundo volante é o Jardel. Não acredito muito nesta questão de formação porque este
já era um perfil que o Tencati usava", afirmou. "Não podemos tirar o mérito das outras equipes também, mas certamente que precisamos melhorar este retrospecto e estar mais ligados". (L.F.C.)