O trânsito é o responsável pelo maior número de óbitos de criança no Brasil, de acordo com o levantamento da ONG Criança Segura, com dados do Ministério da Saúde. Exemplos de imprudência nas ruas de Londrina são flagrados facilmente: crianças atravessando as vias desacompanhadas, transportadas em carros e vans sem o cinto de segurança e circulando em garupas de motocicletas sem o cuidado necessário. Basta dar uma passada em alguma escola no horário de entrada ou saída dos alunos que certamente flagrará a imprudência.
O artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê infrações ao transporte de crianças menores de sete anos (idade que ela pode firmar os pés sobre os pedais de apoio) para motocicleta, motoneta (dirigido por condutor em posição sentada) e ciclomotor (de duas ou três rodas). De acordo com o CTB, mesmo que o passageiro tenha sete anos completos, é punido o condutor que o transporte sem o uso de capacete, viseira ou óculos de proteção, de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Assim como o condutor que transporte a criança fora do assento traseiro, faça malabarismo ou se equilibre em uma das rodas, e circule com os faróis apagados.
Além disso, não é permitido o transporte do "pequeno" sem condições de cuidar da própria segurança, enfermo, com os pés ou braços engessados ou de compleição física que dificulte o seu posicionamento. Caso o condutor insista no transporte irregular, o artigo 244 aponta infração gravíssima, multa e suspensão do direito de dirigir, medida administrativa e recolhimento do documento de habilitação. Para efeitos legais.
A assessoria da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU) divulgou que, em todo o ano de 2016, os agentes de trânsito aplicaram 13 autuações após flagrarem condutores transportando crianças irregularmente em motocicletas.
O artigo 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê infrações ao transporte de crianças menores de sete anos (idade que ela pode firmar os pés sobre os pedais de apoio) para motocicleta, motoneta (dirigido por condutor em posição sentada) e ciclomotor (de duas ou três rodas). De acordo com o CTB, mesmo que o passageiro tenha sete anos completos, é punido o condutor que o transporte sem o uso de capacete, viseira ou óculos de proteção, de acordo com as normas e especificações aprovadas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Assim como o condutor que transporte a criança fora do assento traseiro, faça malabarismo ou se equilibre em uma das rodas, e circule com os faróis apagados.
Além disso, não é permitido o transporte do "pequeno" sem condições de cuidar da própria segurança, enfermo, com os pés ou braços engessados ou de compleição física que dificulte o seu posicionamento. Caso o condutor insista no transporte irregular, o artigo 244 aponta infração gravíssima, multa e suspensão do direito de dirigir, medida administrativa e recolhimento do documento de habilitação. Para efeitos legais.
A assessoria da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU) divulgou que, em todo o ano de 2016, os agentes de trânsito aplicaram 13 autuações após flagrarem condutores transportando crianças irregularmente em motocicletas.
Em um ano, mais de 1.700 morreram
A "Criança Segura" é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, de atuação nacional. Em 2016 divulgou que o trânsito é o responsável pelo maior número de óbitos de crianças por acidentes no país. De acordo com a ONG, mais de 1.750 pessoas (entre crianças e adolescentes até 14 anos de idade) morreram vítimas do trânsito em 2013, conforme dados do Ministério da Saúde. Destes, 30% corresponderam aos atropelamentos, 30% aos acidentes com a criança na condição de passageira do veículo, 9% como passageira de motocicleta, 6% na condição de ciclista e os 25% restantes corresponderam a outros tipos de acidentes de trânsito. Além das mortes, 14.150 crianças foram hospitalizadas vítimas de acidentes de trânsito.
Com relação aos dados, 536 morreram e 6.063 foram hospitalizadas vítimas de atropelamentos. Referente aos acidentes como passageira de veículos, em 2013, 535 crianças morreram e, em 2014, 1.770 foram internadas vítimas de acidentes como ocupantes de veículos. O levantamento da ONG "Criança Segura" considera também os acidentes com crianças transportadas em motocicletas. Em 2013, 157 crianças de zero a 14 anos morreram e, em 2014, 3.098 foram hospitalizadas devido aos acidentes que sofreram como passageiras. (P.M.)
A "Criança Segura" é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, de atuação nacional. Em 2016 divulgou que o trânsito é o responsável pelo maior número de óbitos de crianças por acidentes no país. De acordo com a ONG, mais de 1.750 pessoas (entre crianças e adolescentes até 14 anos de idade) morreram vítimas do trânsito em 2013, conforme dados do Ministério da Saúde. Destes, 30% corresponderam aos atropelamentos, 30% aos acidentes com a criança na condição de passageira do veículo, 9% como passageira de motocicleta, 6% na condição de ciclista e os 25% restantes corresponderam a outros tipos de acidentes de trânsito. Além das mortes, 14.150 crianças foram hospitalizadas vítimas de acidentes de trânsito.
Com relação aos dados, 536 morreram e 6.063 foram hospitalizadas vítimas de atropelamentos. Referente aos acidentes como passageira de veículos, em 2013, 535 crianças morreram e, em 2014, 1.770 foram internadas vítimas de acidentes como ocupantes de veículos. O levantamento da ONG "Criança Segura" considera também os acidentes com crianças transportadas em motocicletas. Em 2013, 157 crianças de zero a 14 anos morreram e, em 2014, 3.098 foram hospitalizadas devido aos acidentes que sofreram como passageiras. (P.M.)