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IML tem três corpos sem identificação

19 jan 2015 às 08:17
O corpo do homem assassinado no dia 13, em um sítio na Zona Norte de Londrina, permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Londrina sem identificação. A vítima tem cabelos negros, pele clara, idade entre 25 e 30 anos, tatuagens nos ombros (uma estrela e um laço, com os dizeres Cleusa e amor) e usava apenas uma blusa feminina quando foi encontrada.
Este, porém, não é o único corpo não identificado que ocupa as gavetas geladas do necrotério. Outros dois, ainda mais antigos, aguardam identificação. De acordo com a chefe administrativa do IML, Cristiane Ferreira, alguns cadáveres até são reconhecidos, mas acabam ignorados pelos familiares. Na maioria das vezes, são vítimas do sexo masculino, com idades entre 30 e 40 anos, viviam nas ruas e não nasceram na região de Londrina.
Cristiane explica que muitos deles acabam enterrados como indigentes. "Geralmente, aguardamos até 30 dias a identificação e a retirada dos corpos. Quando isso não ocorre, são enterrados no Cemitério no Distrito de Maravilha como indigentes", aponta.
Caso as famílias tenham algum receio em retirar o ente do IML, Cristiane destaca que para estes casos a Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf) disponibiliza o auxílio-funeral, que dá direito à urna funerária, flores, velas e local para velório, além de serviços auxiliares para o sepultamento aos parentes. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)

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