Os suspeitos de assassinarem o cabeleireiro Alvino Pires Filho, 47 anos, estão atrás das grades. A vítima foi encontrada morta no dia 20, na zona rural de Cambé, após ser espancada. O carro da vítima, um Toyota Corolla, foi roubado e abandonado na região oeste de Londrina no mesmo dia. Segundo o delegado de Cambé, Jorge Barbosa, os suspeitos confessaram o crime após caírem presos no Jardim Novo Amparo, região Norte de Londrina.
"Na companhia do próprio advogado, Lucas Bernardo da Silva, 19 anos, e Felipe Cavalheiro, 18, confessaram que atraíram a vítima até o local do crime e bateram nele após um desentendimento sobre dinheiro. Porém, disseram que não tinham a intenção de matar e usaram o carro da vítima para fugir", explicou Barbosa. Alvino era morador de Bela Vista do Paraíso e bastante conhecido na região. "A Polícia Civil chegou até o endereço da dupla após uma equipe de TV (Tarobá) flagrar o Toyota Corolla (da vítima) e um Gol (usado pelos suspeitos), em frente ao IML (Instituto Médico Legal) de Londrina, enquanto familiares da vítima davam entrevista ao repórter. Identificamos o veículo através das imagens e chegamos até o proprietário", relata Barbosa.
O delegado contou que nenhum dos presos possuía antecedentes criminais. Eles foram autuados pelo crime de roubo seguido de morte, o latrocínio, com pena de 12 a 30 anos de prisão. "Apesar de negarem, investigamos a participação de outras pessoas neste caso. Os suspeitos disseram que usaram o carro da vítima apenas para fugir e que não pretendiam vendê-lo." O delegado explicou ainda que um dos suspeitos já tinha se relacionado com Alvino. "Familiares afirmaram que o cabeleireiro era homossexual. O Lucas também disse que já tinha saído com a vítima. Além disso, os suspeitos teriam sido vistos em Bela Vista do Paraíso junto à vítima", informou o delegado.
"Na companhia do próprio advogado, Lucas Bernardo da Silva, 19 anos, e Felipe Cavalheiro, 18, confessaram que atraíram a vítima até o local do crime e bateram nele após um desentendimento sobre dinheiro. Porém, disseram que não tinham a intenção de matar e usaram o carro da vítima para fugir", explicou Barbosa. Alvino era morador de Bela Vista do Paraíso e bastante conhecido na região. "A Polícia Civil chegou até o endereço da dupla após uma equipe de TV (Tarobá) flagrar o Toyota Corolla (da vítima) e um Gol (usado pelos suspeitos), em frente ao IML (Instituto Médico Legal) de Londrina, enquanto familiares da vítima davam entrevista ao repórter. Identificamos o veículo através das imagens e chegamos até o proprietário", relata Barbosa.
O delegado contou que nenhum dos presos possuía antecedentes criminais. Eles foram autuados pelo crime de roubo seguido de morte, o latrocínio, com pena de 12 a 30 anos de prisão. "Apesar de negarem, investigamos a participação de outras pessoas neste caso. Os suspeitos disseram que usaram o carro da vítima apenas para fugir e que não pretendiam vendê-lo." O delegado explicou ainda que um dos suspeitos já tinha se relacionado com Alvino. "Familiares afirmaram que o cabeleireiro era homossexual. O Lucas também disse que já tinha saído com a vítima. Além disso, os suspeitos teriam sido vistos em Bela Vista do Paraíso junto à vítima", informou o delegado.