"Hoje eu choro porque sou vitoriosa", diz a costureira Marinez Alcântara para justificar suas lágrimas. "Minha história é uma história de milagre. Adotei uma criança com sete dias de vida, ela sofria de autismo e hidroencefalia. Quando eu adoeci, precisei levá-la para que a mãe cuidasse. Meu marido me abandonou, eu piorei da fibromialgia, da artrose e passei a sofrer de depressão. Tomava três medicamentos e engordei 20 quilos e os médicos disseram que eu deveria me conformar", relata.
Para piorar, Marinez conta que também enfrentou uma grave crise financeira e perdeu tudo. "Sofri muito preconceito porque as pessoas julgam quem passa por dificuldade como um fracassado. Mas eu renasci das cinzas, sai do fundo do poço e resgatei minha autoestima, a dignidade e a saúde prestando serviço de costureira", orgulha-se.
Natural de Inhampi, nas Alagoas, Marinez perdeu o primeiro marido em 1994. O segurança foi morto em serviço. "fiz curso e virei manchete de jornal quando herdei em 1996 a profissão dele", recorda. E seguiu adiante: "comprei a primeira máquina à prestação, comecei do zero e fui de porta em porta nos comércios oferecendo meu serviço; hoje atendo até grandes magazines". Microempresária, Marinez fez talão de controle em duas vias, sacola personalizada e batizou sua empresa de Ateliê Ebenézer, que "significa que até aqui nos ajudou o Senhor". "Até o Sebrae me encheu de elogios pela minha organização", comemora. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
Para piorar, Marinez conta que também enfrentou uma grave crise financeira e perdeu tudo. "Sofri muito preconceito porque as pessoas julgam quem passa por dificuldade como um fracassado. Mas eu renasci das cinzas, sai do fundo do poço e resgatei minha autoestima, a dignidade e a saúde prestando serviço de costureira", orgulha-se.
Natural de Inhampi, nas Alagoas, Marinez perdeu o primeiro marido em 1994. O segurança foi morto em serviço. "fiz curso e virei manchete de jornal quando herdei em 1996 a profissão dele", recorda. E seguiu adiante: "comprei a primeira máquina à prestação, comecei do zero e fui de porta em porta nos comércios oferecendo meu serviço; hoje atendo até grandes magazines". Microempresária, Marinez fez talão de controle em duas vias, sacola personalizada e batizou sua empresa de Ateliê Ebenézer, que "significa que até aqui nos ajudou o Senhor". "Até o Sebrae me encheu de elogios pela minha organização", comemora. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)