O amor entre o rei do cangaço Lampião e sua raínha Maria Bonita foi tema de uma peça teatral apresentada na última, no Centro de Convivência para Pessoas Idosas, no Jardim Bandeirantes (Zona Oeste de Londrina). A história foi contada por 20 atrizes do Centro e serviu também para homenagear o ex-diretor da peça, José Henrique Bernardi, 46 anos, que morreu no mês passado.
Logo na abertura, quando o aparelho de som tocou "Saudade, o meu remédio é cantar", verso de Luiz Gonzaga, elenco e público não contiveram as lágrimas. Emocionada, a mãe do diretor, Clarice Bernardi, 82 anos, agradeceu: "é um legado lindo que meu filho deixou. Espero que continuem com o projeto dele (Grupo Casa das Fases) que beneficia tantas pessoas".
A oficina de teatro Corpo e Mente foi mais um projeto do diretor. Rique pedia que elas contassem uma história de amor que servisse de inspiração para a peça. Enquanto algumas senhoras lembravam dos namoros, Maria Soares de Jesus, 78 anos, contou das histórias que ouvia quando morava em Bodocó (PB): "Meus pais me contavam que Lampião tinha muitos defeitos, mas que o amor dele por Maria Bonita era verdadeiro". O público aprovou a ideia. "Foi muito bonita a peça, uma bela história", opinou a aposentada Maria de Lourdes Broieti, 64 anos. (Celso Felizardo/Folha de Londrina)
Logo na abertura, quando o aparelho de som tocou "Saudade, o meu remédio é cantar", verso de Luiz Gonzaga, elenco e público não contiveram as lágrimas. Emocionada, a mãe do diretor, Clarice Bernardi, 82 anos, agradeceu: "é um legado lindo que meu filho deixou. Espero que continuem com o projeto dele (Grupo Casa das Fases) que beneficia tantas pessoas".
A oficina de teatro Corpo e Mente foi mais um projeto do diretor. Rique pedia que elas contassem uma história de amor que servisse de inspiração para a peça. Enquanto algumas senhoras lembravam dos namoros, Maria Soares de Jesus, 78 anos, contou das histórias que ouvia quando morava em Bodocó (PB): "Meus pais me contavam que Lampião tinha muitos defeitos, mas que o amor dele por Maria Bonita era verdadeiro". O público aprovou a ideia. "Foi muito bonita a peça, uma bela história", opinou a aposentada Maria de Lourdes Broieti, 64 anos. (Celso Felizardo/Folha de Londrina)