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Gás de cozinha fica mais salgado

01 set 2014 às 08:29
Os preços do gás de cozinha e produtos similares vão subir entre 10% a 12% a partir desta segunda-feira, segundo o Núcleo Setorial de Revendedores de Gás, que reúne empresários do setor sob a coordenação da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil). O valor varia conforme a empresa.
"Os reajustes do gás para o consumidor são feitos sempre no mês de setembro, para coincidir com a data-base dos funcionários do setor", explica a empresária Cleide Mendes Zanatta, da revendedora Catuaí Gás e integrante do Núcleo Setorial. As empresas revendedoras devem repassar o aumento definido pelas grandes companhias distribuidoras, que por sua vez lidam com preços administrados pelo governo.
O reajuste anunciado para esta segunda não afeta apenas o gás de cozinha (o botijão de 13 kg). Também serãop reajustados os preços dos cilindros de 45 quilos e dos recipientes do tipo P20 (usados em empilhadeiras e equipamentos similares). Todos utilizam o GLP (gás liquefeito do petróleo).
Por causa do preço sempre mais em conta, alguns consumidores optam por comprar gás de revendedoras clandestinas, o que pode representar um imenso risco. Além de não pagar impostos, os clandestinos não seguem normas de segurança e as chances de acidentes aumentam muito. "Vale aqui o ditado popular: O barato sai caro", afirma Cleide.
Hoje, nos revendedores legalizados, o preço do botijão de gás deverá variar entre R$ 52,8 e R$ 59,4.

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