O programa federal "Minha Casa, Minha Vida" pode ser alvo de questionamentos e críticas, mas um de seus méritos é ter tratado de forma particular idosos e portadores de necessidades especiais de baixa renda, que, de outra forma, dificilmente conseguiriam arcar com as prestações de um financiamento de um imóvel.
Para o casal Maria Vanderlânia e o comerciante Antônio Arruda, por exemplo, a conquista da casa própria chegou logo depois do casamento. Ambos são cadeirantes e hoje vivem no Residencial Vista Bela (Zona Norte de Londrina). "Foi uma coincidência. Antes morávamos em uma casa alugada pela qual pagávamos R$ 200 de aluguel, mas ela não era adaptada para cadeirantes. Tinha goteiras e degraus que dificultavam minha locomoção", conta Maria.
A casa fica em local de fácil acesso, tem portas e passagens mais largas e praticamente nenhum obstáculo que limite ou impeça a circulação das cadeiras.
Em todo o empreendimento que é construído 3% das habitações devem ser destinadas para idosos e outros 5% para pessoas com algum tipo de deficiência. O presidente da Companhia de Habitação de Londrina (Cohab), José Roberto Hoffman, explica que a reserva destas vagas está definida pelo Estatuto do Idoso e por uma resolução do Ministério das Cidades. (Vítor Ogawa/Folha de Londrina)
Para o casal Maria Vanderlânia e o comerciante Antônio Arruda, por exemplo, a conquista da casa própria chegou logo depois do casamento. Ambos são cadeirantes e hoje vivem no Residencial Vista Bela (Zona Norte de Londrina). "Foi uma coincidência. Antes morávamos em uma casa alugada pela qual pagávamos R$ 200 de aluguel, mas ela não era adaptada para cadeirantes. Tinha goteiras e degraus que dificultavam minha locomoção", conta Maria.
A casa fica em local de fácil acesso, tem portas e passagens mais largas e praticamente nenhum obstáculo que limite ou impeça a circulação das cadeiras.
Em todo o empreendimento que é construído 3% das habitações devem ser destinadas para idosos e outros 5% para pessoas com algum tipo de deficiência. O presidente da Companhia de Habitação de Londrina (Cohab), José Roberto Hoffman, explica que a reserva destas vagas está definida pelo Estatuto do Idoso e por uma resolução do Ministério das Cidades. (Vítor Ogawa/Folha de Londrina)