"Passando a Igrejinha da Nossa Senhora Aparecida, beirando a avenida Guilherme de Almeida." Assim o eletricista Wanderley Mateus Guerreiro, 65 anos, indica como chegar até a rua Antonio Mazzer, onde mora há 32 anos. "Mudei no dia 4 de janeiro de 1982", diz, todo orgulhoso. Mais conhecido como Wando, o morador do jardim Santa Joana, na zona Sul, comemora o progresso representado pelo viaduto em obras na duplicação da PR-445, mas não se esquece das primeiras conquistas, quando o bairro estava só começando.
"Conseguimos, com a união dos moradores, que o caminhão passasse em nossas ruas para recolher o lixo e que o ônibus chegasse mais perto porque a gente tinha que ir até o postinho do Itapuã", recorda. Ele traz sempre na memória a imagem da casa da família em destaque naquela região da cidade. "Era só a nossa casa mesmo; a única", enfatiza. "O pai do Ricardo Ridão, seu Sebastião, era o dono do sítio na época. Já tinha poste e asfalto, mas não tinha luz. Meu pai que era aposentado da Copel conseguiu que instalassem uma lâmpada em frente da nossa casa", completa.
De acordo com o morador, durante oito meses, ele, a esposa Cida e os filhos Edu e Cristian, na época com oito e seis anos respectivamente, seguiram como os únicos moradores da rua Antonio Mazzer. Depois, a região foi sendo povoada e em sete anos o endereço já estava tomado por casas e outras famílias. Foi nessa rua que os meninos cresceram. "Meus filhos estudavam de manhã na escolinha do bairro e de tarde faziam tarefa. Depois, andavam de bicicleta e brincavam de pique", recorda Wando.
A redondeza também foi se transformando rapidamente. "Logo que me mudei, só havia o posto Formigão, a rodovia tinha uma pista só e nem existia a avenida Guilherme de Almeida. Hoje temos posto de saúde, mercados, farmácias... É um lugar tranquilo e todo mundo aqui me respeita e nunca tive problemas. Tenho clientes de toda a região e até de Cambé, do Distrito de Maravilha, do União da Vitória, Franciscato, Jamile Dequech, Ouro Branco", orgulha-se. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
"Conseguimos, com a união dos moradores, que o caminhão passasse em nossas ruas para recolher o lixo e que o ônibus chegasse mais perto porque a gente tinha que ir até o postinho do Itapuã", recorda. Ele traz sempre na memória a imagem da casa da família em destaque naquela região da cidade. "Era só a nossa casa mesmo; a única", enfatiza. "O pai do Ricardo Ridão, seu Sebastião, era o dono do sítio na época. Já tinha poste e asfalto, mas não tinha luz. Meu pai que era aposentado da Copel conseguiu que instalassem uma lâmpada em frente da nossa casa", completa.
De acordo com o morador, durante oito meses, ele, a esposa Cida e os filhos Edu e Cristian, na época com oito e seis anos respectivamente, seguiram como os únicos moradores da rua Antonio Mazzer. Depois, a região foi sendo povoada e em sete anos o endereço já estava tomado por casas e outras famílias. Foi nessa rua que os meninos cresceram. "Meus filhos estudavam de manhã na escolinha do bairro e de tarde faziam tarefa. Depois, andavam de bicicleta e brincavam de pique", recorda Wando.
A redondeza também foi se transformando rapidamente. "Logo que me mudei, só havia o posto Formigão, a rodovia tinha uma pista só e nem existia a avenida Guilherme de Almeida. Hoje temos posto de saúde, mercados, farmácias... É um lugar tranquilo e todo mundo aqui me respeita e nunca tive problemas. Tenho clientes de toda a região e até de Cambé, do Distrito de Maravilha, do União da Vitória, Franciscato, Jamile Dequech, Ouro Branco", orgulha-se. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)