Foi entre a porta do bar e o orelhão, na esquina das ruas Framboesa e Limeiras, Jardim Santa Fé, Zona Leste, que o comerciante Meira Oliveira dos Santos, 47 anos, deu seus últimos suspiros de vida. Ele foi executado com dois tiros na região do tórax, na fria madrugada de quarta-feira. Com este caso, oficialmente, Londrina atingiu a triste marca de 60 homicídios em 2014. Oito deles registrados apenas em julho.
A proprietária do bar onde o homicídio ocorreu, Michele Silva, relatou que o estabelecimento já estaria fechado quando os disparos foram efetuados. "Eu moro ao lado e estava dormindo quando fui acordada pelos tiros: ‘tá, tá’. Aí saí e vi o homem deitado aqui", mostrou ela. "Ainda estava respirando. Chamei o Siate, mas ele acabou morrendo logo depois", relembrou.
Na cintura e ao lado da vítima foram encontradas duas facas. Talvez Meira as transportava para se defender. Porém, as armas brancas não foram suficientes para evitar o ataque mortal. "O pessoal comentou que antes dos tiros algumas pessoas estavam conversando em voz alta. Mas não dá pra falar que estavam brigando ou discutindo aqui. Até agora ninguém sabe o que aconteceu de verdade", reforçou Michele, enquanto lavava o sangue da calçada do bar.
A irmã da vítima não sabia se ele estava ou não sendo ameaçado. "Até a hora hora em que fui dormir, durante a noite de ontem (terça), não presenciei nenhuma discussão ou briga envolvendo ele", disse. O superintendente da Delegacia de Homicídios, Cláudio Santana, adiantou que até a tarde de quarta nenhum suspeito havia sido preso. Se é que ainda existe um suspeito. O superintendente informou que a vítima não contava com antecedentes criminais. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
A proprietária do bar onde o homicídio ocorreu, Michele Silva, relatou que o estabelecimento já estaria fechado quando os disparos foram efetuados. "Eu moro ao lado e estava dormindo quando fui acordada pelos tiros: ‘tá, tá’. Aí saí e vi o homem deitado aqui", mostrou ela. "Ainda estava respirando. Chamei o Siate, mas ele acabou morrendo logo depois", relembrou.
Na cintura e ao lado da vítima foram encontradas duas facas. Talvez Meira as transportava para se defender. Porém, as armas brancas não foram suficientes para evitar o ataque mortal. "O pessoal comentou que antes dos tiros algumas pessoas estavam conversando em voz alta. Mas não dá pra falar que estavam brigando ou discutindo aqui. Até agora ninguém sabe o que aconteceu de verdade", reforçou Michele, enquanto lavava o sangue da calçada do bar.
A irmã da vítima não sabia se ele estava ou não sendo ameaçado. "Até a hora hora em que fui dormir, durante a noite de ontem (terça), não presenciei nenhuma discussão ou briga envolvendo ele", disse. O superintendente da Delegacia de Homicídios, Cláudio Santana, adiantou que até a tarde de quarta nenhum suspeito havia sido preso. Se é que ainda existe um suspeito. O superintendente informou que a vítima não contava com antecedentes criminais. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)