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EXPOLONDRINA - Atrações para todos os gostos

08 abr 2018 às 20:45

A Expo Londrina 2018 está retomando o movimento que havia enfraquecido em edições anteriores. Nesse contexto, é possível observar a presença de muitas famílias no Parque de Exposições Ney Braga. A edição deste ano possui muitas atrações para se divertir com a família. Uma das mais tradicionais é a visita aos animais que ficam nos pavilhões aguardando a participação dos julgamentos ou dos leilões. O montador de estrutura metálica e pedreiro Clóvis dos Santos, 36, relatou que os animais foram o que ele mais gostou de ver. "Gostei de ver os bois. Minhas filhas andaram com aqueles cavalinhos mini horse", contou.
A cearense Ana Lúcia de Oliveira, 50, veio visitar parentes em Wenceslau Braz (Norte Pioneiro) e veio a Londrina exclusivamente para visitar a exposição. "Gostei dos animais, do acolhimento, das pessoas bem comportadas. Eu voltaria para cá com certeza", afirmou.
Já a veterinária Susane Mírian Spinardi Junqueira, de Arapongas, veio a Londrina para mostrar o gado e matar a curiosidade dos filhos. "Elas ficam muito na cidade e não têm tanto acesso a animais. Sou de uma família de veterinários e trouxe meus filhos para eles terem esse contato", destacou Junqueira. "Todo mundo deveria ter contato com esses animais, desde que seja com respeito e não cause estresse a eles. É uma experiência maravilhosa", aconselhou.
Na Via Rural da Emater, conhecida como Fazendinha, existe um espaço destinado ao turismo rural onde pode ter é participar de atividades de arvorismo e rapel. Elida de Fatima Santin, 32, faz parte do grupo aventurismo de Sapopema e é uma das pessoas que está auxiliando as pessoas nessas atividades. "Geralmente a gente faz rapel nas cachoeiras de Sapopema. A gente montou o arvorismo e o rapel aqui para trazer um pouco da experiência que a gente oferece por lá, onde temos o Pico Agudo e várias cachoeiras catalogadas, entre elas o Salto das Orquídeas", destacou.
Um dos mais entusiasmados a realizar a atividade foi Douglas Henrique Borja dos Santos, oito anos. "Eu gosto muito de aventura. Eu já subi em outras árvores, mas nas que eu subi antes era muito fácil. Com esse equipamento de segurança eu me sinto mais protegido", afirmou ao mostrar o capacete e os mosquetões presos em um cinto tipo paraquedista. A mãe dele, a vendedora Luciane Berto Borges dos Reis, 27, afirmou que subiu muito nas árvores quando era criança. "Mas não usava equipamento de segurança. Eu sabia subir, mas meu pai é quem tinha que me tirar das árvores naquela época", relembrou.
O pequeno Diego de Almeida Barros, 5, não teve medo de subir na árvore. "Encarei a árvore. Sou muito corajoso", destacou. Valter Machado de Barros, 42, pai de Diego, disse que é gratificante ver a criança participar de atividades na natureza. "Eu nasci no sítio, então é bacana mostrar isso para eles".


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