A gripe supera grades, muros altos e trancas para acometer os presos da "mega lotada" carceragem da Delegacia de Cambé. Com capacidade para suportar 58 presos, abrigava cerca de 180 no último fim de semana. A aglomeração de tantas pessoas no pequeno e úmido espaço pode favorecer a disseminação do vírus. Na última semana, de baixas temperaturas, alguns precisaram ser isolados dos demais por causa da doença.
Doença infecciosa que causa febre, cefaleia e o congestionamento das vias respiratórias, além da dor de garganta e espirros. Segundo o chefe da carceragem de Cambé, Jansen Yamamoto, para que os casos não se agravem, são acompanhados prontamente por profissionais da saúde pública. "O Samu é sempre acionado para prestar atendimento, quando acionado. Os presos também recebem visitas médicas diárias e passam por exames na Santa Casa de Cambé", explica Yamamoto, que é agente do Depen (Departamento Penitenciário do Estado do Paraná).
Os agentes também ficam em alerta para evitar que doenças infectocontagiosas se desenvolvam no interior da carceragem. "Quando existe a suspeita de tuberculose (que pode afetar os pulmões), o procedimento é parecido. Caso algum a doença seja comprovada, o que ainda não aconteceu nas últimas semanas, o preso é isolado até se recuperar", diz o chefe da carceragem, lamentando a superlotação do local. "Atualmente, num espaço preparado para 58 presos, convivem entre 170 e 180", reforça ele.
Doença infecciosa que causa febre, cefaleia e o congestionamento das vias respiratórias, além da dor de garganta e espirros. Segundo o chefe da carceragem de Cambé, Jansen Yamamoto, para que os casos não se agravem, são acompanhados prontamente por profissionais da saúde pública. "O Samu é sempre acionado para prestar atendimento, quando acionado. Os presos também recebem visitas médicas diárias e passam por exames na Santa Casa de Cambé", explica Yamamoto, que é agente do Depen (Departamento Penitenciário do Estado do Paraná).
Os agentes também ficam em alerta para evitar que doenças infectocontagiosas se desenvolvam no interior da carceragem. "Quando existe a suspeita de tuberculose (que pode afetar os pulmões), o procedimento é parecido. Caso algum a doença seja comprovada, o que ainda não aconteceu nas últimas semanas, o preso é isolado até se recuperar", diz o chefe da carceragem, lamentando a superlotação do local. "Atualmente, num espaço preparado para 58 presos, convivem entre 170 e 180", reforça ele.
Ibiporã
O delegado de Ibiporã, Vitor Dutra de Oliveira, responde atualmente também pela Delegacia de Cambé. "Existe a suspeita de que pelo menos cinco presos estejam com gripe na carceragem de Cambé. Eles estão isolados dos demais e são acompanhados pelos médicos", conta Oliveira.
Assim como em Cambé, o município de Ibiporã possui sua carceragem superlotada. O local também já foi tomado por doenças. "Apesar de também estar superlotada, com 156 presos num espaço que deveria suportar apenas 35, esse problema, de surto de gripe, não se repetiu ainda no interior da carceragem de Ibiporã. Mas, há seis meses, 15 presos com suspeita de tuberculose foram encaminhados para o Complexo Médico Penal do Paraná. Caso isso volte a acontecer, o preso será prontamente encaminhado para lá", informa o delegado. (P.M.)
O delegado de Ibiporã, Vitor Dutra de Oliveira, responde atualmente também pela Delegacia de Cambé. "Existe a suspeita de que pelo menos cinco presos estejam com gripe na carceragem de Cambé. Eles estão isolados dos demais e são acompanhados pelos médicos", conta Oliveira.
Assim como em Cambé, o município de Ibiporã possui sua carceragem superlotada. O local também já foi tomado por doenças. "Apesar de também estar superlotada, com 156 presos num espaço que deveria suportar apenas 35, esse problema, de surto de gripe, não se repetiu ainda no interior da carceragem de Ibiporã. Mas, há seis meses, 15 presos com suspeita de tuberculose foram encaminhados para o Complexo Médico Penal do Paraná. Caso isso volte a acontecer, o preso será prontamente encaminhado para lá", informa o delegado. (P.M.)