O desejo de ver Maysa em pé novamente tem preço: R$ 900, segundo relata a mãe, Cleonice Patrícia Carneiro, 23 anos, que está pedindo apoio da população. Por causa de sua humilde realidade, ela não tem condições de comprar os equipamentos necessários para o desenvolvimento da filha da sete anos. Após sofrer com crises de epilepsia, a criança teve os músculos do corpo atrofiados e toda a evolução física e mental prejudicada.
Cleonice ressalta que Maysa não tinha nenhum problema de saúde até os cinco anos de idade. "Ela era muito esperta. Corria, subia nos móveis, falava de tudo", relembra a mãe. "Aí começaram as convulsões, que alteraram sua parte motora", continua a mãe. A única explicação para o quadro da menina seria o histórico familiar de Cleonice. "Minha avó também sofre com convulsões. Infelizmente, aos 69 anos, ela ainda não sabe o seu diagnóstico", observa.
A mãe salienta que, num primeiro momento, a criança necessita de "talas flexíveis" (esquerda e direita) para que suas pernas não atrofiem completamente. "Os pés dela estão se voltando para dentro. Para que isso pare, ela precisa das talas que custam R$ 900 e podem ser compradas aqui em Londrina. As talas também ajudariam minha filha a ter mais firmeza em pé", aponta.
Para completar, até a cadeira de rodas usada por ela não está de acordo com suas necessidades. Assim, Cleonice passou a criar objetos para contornar as dificuldades. "Para que ela não caia mais da cadeira na rua e no ônibus, quando temos que sair, preciso prendê-la com um colete que uma amiga fez", fala, mostrando o equipamento improvisado. "Hoje Maysa precisaria de uma cadeira de rodas com apoio de costas, acento e pescoço para ficar imobilizada", explica Cleonice.
Há dois anos, a garota frequenta a Escola de Educação Especial Flavia Cristina. Na entidade voltou a falar algumas palavras. "Hoje ela diz papai, mamãe. Segundo os médicos, para um desenvolvimento maior, minha filha deve ser avaliada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, onde teria um tratamento especializado e onde também poderiam definir o diagnóstico da epilepsia." (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
Cleonice ressalta que Maysa não tinha nenhum problema de saúde até os cinco anos de idade. "Ela era muito esperta. Corria, subia nos móveis, falava de tudo", relembra a mãe. "Aí começaram as convulsões, que alteraram sua parte motora", continua a mãe. A única explicação para o quadro da menina seria o histórico familiar de Cleonice. "Minha avó também sofre com convulsões. Infelizmente, aos 69 anos, ela ainda não sabe o seu diagnóstico", observa.
A mãe salienta que, num primeiro momento, a criança necessita de "talas flexíveis" (esquerda e direita) para que suas pernas não atrofiem completamente. "Os pés dela estão se voltando para dentro. Para que isso pare, ela precisa das talas que custam R$ 900 e podem ser compradas aqui em Londrina. As talas também ajudariam minha filha a ter mais firmeza em pé", aponta.
Para completar, até a cadeira de rodas usada por ela não está de acordo com suas necessidades. Assim, Cleonice passou a criar objetos para contornar as dificuldades. "Para que ela não caia mais da cadeira na rua e no ônibus, quando temos que sair, preciso prendê-la com um colete que uma amiga fez", fala, mostrando o equipamento improvisado. "Hoje Maysa precisaria de uma cadeira de rodas com apoio de costas, acento e pescoço para ficar imobilizada", explica Cleonice.
Há dois anos, a garota frequenta a Escola de Educação Especial Flavia Cristina. Na entidade voltou a falar algumas palavras. "Hoje ela diz papai, mamãe. Segundo os médicos, para um desenvolvimento maior, minha filha deve ser avaliada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, onde teria um tratamento especializado e onde também poderiam definir o diagnóstico da epilepsia." (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
"Motivo da minha alegria"
Os ganhos da família não são o bastante para arcar com os custos dos tratamentos. "Dedico 24 horas à Maysa e não posso trabalhar e ajudar com os custos com a casa e com as crianças, como fraldas, medicamentos e alimentação", comenta Cleonice. Apesar do drama, durante toda a entrevista, ela, Maysa e a caçula Mariene, de quatro anos, sorriam entre si. "Ela é minha vida. É o motivo da minha alegria, da minha esperança de vida. Vivo por ela e ela me faz feliz", expõe Cleonice, com lágrimas nos olhos. A família vive em um apartamento no Residencial Vista Bela, na Zona Norte de Londrina. Quem puder ajudar a família pode entrar em contato pelos seguintes telefones: 8413-4610 (Cleonice) ou 3338-4749 (vizinha). (P.M.)