Muitos espaços públicos, alguns deles cartões postais da cidade, tornaram-se abrigos para pessoas em situação de vulnerabilidade. Praças, Biblioteca Central, Bosque, Calçadão, Cine Teatro Ouro Verde, Concha Acústica, Marco Zero, Memorial do Pioneiro, Teatro Zaqueu de Melo e Zerão, entre outros, viraram moradia, mesmo com o frio. Alguns destes espaços são de responsabilidade da Secretaria de Patrimônio Artístico e Histórico-Cultural, órgão ligado à Secretaria de Cultura. O secretário da pasta, Caio Julio Cesário, esclareceu que essa é uma questão de caráter social e que através de atividades promovidas nos locais, o fluxo de gente que procura abrigo acaba diminuindo. "Temos nos empenhado para que sejam feitas melhorias e vemos a importância do trabalho da sociedade, que também está presente de forma muito ativa. Houve troca de iluminação, das pedras da calçada da biblioteca, estendimento do horário e mais ofertas de ações que ampliam programação dos espaços e que estejam agradáveis para visitação", disse. (W.V.)