Vários presos da Delegacia de Cambé foram encaminhados a hospitais da região e Curitiba nas últimas semanas. O motivo, suspeitas de pneumonia e tuberculose. O frio e o ambiente úmido, além da superlotação, podem favorecer que as doenças se espalhem. O sinal de alerta foi aceso. O objetivo é impedir que um surto tome conta do espaço.
"Na última quarta, encaminhamos dois presos à Santa Casa de Cambé, com suspeitas de pneumonia", adiantou o delegado Jorge Barbosa. "Nas últimas semanas, cerca de cinco passaram por exames com suspeita de pneumonia. Além disso, dois foram encaminhados para Curitiba, onde serão tratados no Complexo Médico-Penal do Paraná. Eles podem estar com tuberculose. Para evitar contaminação, estão sendo tratados na capital", comenta o delegado.
Apesar do esforço, é difícil evitar que doenças tomem a carceragem. O espaço possui mais de 100 presos, com capacidade para apenas 50. "Nosso medo é que um surto tome conta da unidade e atinja nossos profissionais. Nossa carceragem é uma das poucas no Estado com chuveiros com água quente. Solicitamos visitas semanais de médicos em nossa delegacia. Mesmo assim, é difícil impedir doenças", explica.
"Na última quarta, encaminhamos dois presos à Santa Casa de Cambé, com suspeitas de pneumonia", adiantou o delegado Jorge Barbosa. "Nas últimas semanas, cerca de cinco passaram por exames com suspeita de pneumonia. Além disso, dois foram encaminhados para Curitiba, onde serão tratados no Complexo Médico-Penal do Paraná. Eles podem estar com tuberculose. Para evitar contaminação, estão sendo tratados na capital", comenta o delegado.
Apesar do esforço, é difícil evitar que doenças tomem a carceragem. O espaço possui mais de 100 presos, com capacidade para apenas 50. "Nosso medo é que um surto tome conta da unidade e atinja nossos profissionais. Nossa carceragem é uma das poucas no Estado com chuveiros com água quente. Solicitamos visitas semanais de médicos em nossa delegacia. Mesmo assim, é difícil impedir doenças", explica.