Um professor foi preso preventivamente em Londrina, suspeito de estupro de vulnerável. O caso está sendo apurado pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) de Londrina. A Polícia Civil investiga que pelo menos duas crianças teriam sido vítimas do profissional de educação. Elas seriam alunas de uma escola particular localizada na zona sul da cidade. O suspeito teria sido preso há pelo menos 10 dias, após a Polícia ser comunicada.
De acordo com a delegada do Nucria, Lívia Pini, o caso é tratado com muito sigilo para que vítimas e seus familiares não sejam expostos. "Este professor foi preso suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável. Ele permanece detido preventivamente. A medida serve ainda para resguardar a integração física e garantir a segurança do suspeito", conta a delegada. Existe a suspeita de que o profissional tenha cometido os abusos no interior do centro infantil de ensino. Não foram divulgadas informações sobre como o crime teria sido praticado. Em depoimento, o suspeito negou tudo para a Polícia Civil. A delegada conta que ele também não tinha antecedentes criminais. "O inquérito policial foi finalizado em dez dias e encaminhado para o Ministério Público. Porém, o inquérito policial retorna ao Nucria para que novas diligências sejam realizadas", comenta Lívia Pini, responsável por organizar a colheita de provas, depoimentos e o conjunto de ações e procedimentos. "Seriam duas crianças. Elas e os familiares foram ouvidos. Câmeras de segurança da escola e exames periciais ainda estão em fase de análise. Existe a possibilidade de que uma terceira pessoa tenha sido abusada", diz a autoridade policial. O departamento jurídico da escola informou apenas que suspendeu o professor assim que soube da suspeita. As imagens do circuito interno de segurança foram encaminhadas para a Polícia Civil. Um dos advogados do escritório que deve realizar a defesa do suspeito informou que ainda não teve acesso ao inquérito policial. Ele ressaltou que espera ter uma cópia do procedimento já nesta segunda-feira (4). Somente então disse que poderá comentar sobre o trabalho da defesa no caso. Na sexta-feira, a reportagem tentou ouvir também a promotora Susana de Lacerda, da 6ª Vara Criminal de Londrina, porém ela não estava em condições de atender ao NOSSODIA.
O Código Penal define o crime de estupro de vulnerável (Artigo 217-A) como hediondo: ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos. A pena é de reclusão, de oito a 15 anos. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)
De acordo com a delegada do Nucria, Lívia Pini, o caso é tratado com muito sigilo para que vítimas e seus familiares não sejam expostos. "Este professor foi preso suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável. Ele permanece detido preventivamente. A medida serve ainda para resguardar a integração física e garantir a segurança do suspeito", conta a delegada. Existe a suspeita de que o profissional tenha cometido os abusos no interior do centro infantil de ensino. Não foram divulgadas informações sobre como o crime teria sido praticado. Em depoimento, o suspeito negou tudo para a Polícia Civil. A delegada conta que ele também não tinha antecedentes criminais. "O inquérito policial foi finalizado em dez dias e encaminhado para o Ministério Público. Porém, o inquérito policial retorna ao Nucria para que novas diligências sejam realizadas", comenta Lívia Pini, responsável por organizar a colheita de provas, depoimentos e o conjunto de ações e procedimentos. "Seriam duas crianças. Elas e os familiares foram ouvidos. Câmeras de segurança da escola e exames periciais ainda estão em fase de análise. Existe a possibilidade de que uma terceira pessoa tenha sido abusada", diz a autoridade policial. O departamento jurídico da escola informou apenas que suspendeu o professor assim que soube da suspeita. As imagens do circuito interno de segurança foram encaminhadas para a Polícia Civil. Um dos advogados do escritório que deve realizar a defesa do suspeito informou que ainda não teve acesso ao inquérito policial. Ele ressaltou que espera ter uma cópia do procedimento já nesta segunda-feira (4). Somente então disse que poderá comentar sobre o trabalho da defesa no caso. Na sexta-feira, a reportagem tentou ouvir também a promotora Susana de Lacerda, da 6ª Vara Criminal de Londrina, porém ela não estava em condições de atender ao NOSSODIA.
O Código Penal define o crime de estupro de vulnerável (Artigo 217-A) como hediondo: ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos. A pena é de reclusão, de oito a 15 anos. (Paulo Monteiro/NOSSODIA)