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Árvores

Dor de cabeça - Londrina tem 2,6 mil pedidos de erradicação de árvores

Edson Neves/NOSSODIA
10 jun 2018 às 20:31

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Gustavo Carneiro
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A Sema (Secretaria Municipal de Meio Ambiente) passou por uma troca recente no comando, saindo a advogada Roberta Queiroz e assumindo o arquiteto Gilmar Domingues, que já comandou a secretaria em 2012. Domingues comentou sobre os desafios a frente da Sema, principalmente na questão da arborização, que é uma dor de cabeça tanto para o Município quanto para a população.

"Quando recebi o convite para retornar à Secretaria foi me passado alguns desafios, entre eles está a busca para uma solução de erradicação de árvores, principalmente as que já estão com os laudos emitidos pela equipe técnica da Sema. Em 2012 eu já observava que essa demanda era reprimida. Temos protocoladas e com laudos prontos, 2.600 árvores a serem abatidas. Este número são apenas as com pedidos feitos", comentou. "Imagina, fora aquela arborização que durante alguma vistoria que nossos técnicos detectaram e que são passivas de erradicação?" questionou.

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Além disso, o novo secretário destacou que até a iluminação pública e a rede de energia elétrica ganha se a erradicação de árvores for concretizada. "A situação é bastante grave e a cada momento que temos registrado em Londrina um vendaval ou tempestade, os prejuízos são enormes. Tenho falado com alguns profissionais da área e entendemos que uma arborização eficiente contribui de forma positiva com a eficiência desses serviços".


Ainda sob o comando de Roberta Queiroz, a Sema apontou que as podas de árvores executadas este ano são de pedidos protocolados em 2010 e que a Secretaria conta com apenas três funcionários para atender a demanda.

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Para Domingues, a questão dos animais soltos nas ruas de Londrina é outro problema constante. "Chamei a gerente de fiscalização para saber em que pé está o regimento interno, o termo de referência, para certificar que estão sendo cumpridos na íntegra, porque tenho recebido muitas reclamações. A expectativa é que possamos cobrar de forma concreta a execução desse contrato para dar uma resposta à altura da população.


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