Um homicídio ocorrido no dia 5 de junho, em Londrina, foi solucionado pela Delegacia de Homicídios. A vítima, Ronaldo Mendes Tenoro, 23 anos, era trabalhador da construção civil e foi morto a tiros na rua Antônio Niero, Zona Sul. Até então o que se sabia era que dois homens passaram de moto e atiram contra o rapaz.
De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios, Ronaldo foi morto por conta de uma dívida relacionada à compra de um telefone celular. Segundo a Polícia civil, participaram do crime Rafael Luiz de Carvalho, 19 anos, dono do celular, e Donizete Júnior Broch Leite Carnevale, 21. Na época, os dois seriam companheiros de trabalho da vítima.
Conforme a Polícia, Tenoro teria comprado o aparelho de Carvalho. Como estaria demorando para quitar a dívida, acabou sendo assassinado pela dupla. As investigações tiveram continuidade mesmo após o período de flagrante e agora foi pedida a prisão temporária dos acusados, que acabaram presos. Carvalho foi detido em Arapongas e Carnevale em sua casa em Londrina. "Eles estavam no local do crime e a Polícia já pediu a prisão preventiva, pois há elementos para tal", concluiu o superintendente da Delegacia de Homicídios, Cláudio Santana. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios, Ronaldo foi morto por conta de uma dívida relacionada à compra de um telefone celular. Segundo a Polícia civil, participaram do crime Rafael Luiz de Carvalho, 19 anos, dono do celular, e Donizete Júnior Broch Leite Carnevale, 21. Na época, os dois seriam companheiros de trabalho da vítima.
Conforme a Polícia, Tenoro teria comprado o aparelho de Carvalho. Como estaria demorando para quitar a dívida, acabou sendo assassinado pela dupla. As investigações tiveram continuidade mesmo após o período de flagrante e agora foi pedida a prisão temporária dos acusados, que acabaram presos. Carvalho foi detido em Arapongas e Carnevale em sua casa em Londrina. "Eles estavam no local do crime e a Polícia já pediu a prisão preventiva, pois há elementos para tal", concluiu o superintendente da Delegacia de Homicídios, Cláudio Santana. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)