Os conflitos entre funcionários fazem parte da rotina da maioria das empresas. Entender os motivos dos atritos, portanto, é fundamental para resolver os problemas e para que todas as partes envolvidas saiam sem arranhões: empresa, funcionários e clientes. Uma desavença pode até fazer com que as pessoas acabem com suas diferenças e isso pode ser revertido em benefício para a firma.
O gestor tem papel importante para evitar que conflitos se tornem brigas de fato. Bem administrado, um conflito pode gerar ideias muito positivas. "Quando a gente fala em desenvolvimento de projetos, geração de ideias e de criatividade, é fundamental que haja o conflito. Todos têm opiniões diferentes, então tem que respeitar cada uma e sempre decidir no que é melhor para o cliente", orienta Ricardo Barbosa, consultor em gestão de projetos.
Para que um conflito alcance resultados positivos é necessário que as pessoas envolvidas se sintam à vontade para conversar e expor suas ideias e insatisfações. "O gestor precisa chamar os colaboradores para conversar e chegar a um consenso. A discussão tem que ser aberta a toda a equipe para que todos contribuam. É preciso deixar de lado uma certa empatia para que a decisão não seja influenciada", explica Barbosa.
Há sete anos, Vanderley Negri é encarregado de recursos humanos de uma concessionária de automóveis de Londrina com 150 funcionários. As divergências entre pessoas de personalidades e opiniões diferentes são comuns e o problema se torna mais aparente pelo fato de permanecerem muito tempo juntas. "O primeiro passo é entender o motivo, quem são as pessoas envolvidas e ouvi-las. É de grande importância que antes de qualquer decisão se investigue os fatos ocorridos e o histórico das pessoas envolvidas", aponta Negri.
Para o encarregado, um conflito é um sinal de que algo precisa ser mudado, melhorado, adequado ou mesmo negociado com os colegas de trabalho. "Uma crise torna os membros da empresa mais conscientes e aptos a lidar com problemas, promove mudanças e adaptação organizacional, fortalece relações e ainda aumenta o desenvolvimento pessoal e profissional", ressalta Negri. (Lucio Flávio Cruz/Folha de Londrina)
O gestor tem papel importante para evitar que conflitos se tornem brigas de fato. Bem administrado, um conflito pode gerar ideias muito positivas. "Quando a gente fala em desenvolvimento de projetos, geração de ideias e de criatividade, é fundamental que haja o conflito. Todos têm opiniões diferentes, então tem que respeitar cada uma e sempre decidir no que é melhor para o cliente", orienta Ricardo Barbosa, consultor em gestão de projetos.
Para que um conflito alcance resultados positivos é necessário que as pessoas envolvidas se sintam à vontade para conversar e expor suas ideias e insatisfações. "O gestor precisa chamar os colaboradores para conversar e chegar a um consenso. A discussão tem que ser aberta a toda a equipe para que todos contribuam. É preciso deixar de lado uma certa empatia para que a decisão não seja influenciada", explica Barbosa.
Há sete anos, Vanderley Negri é encarregado de recursos humanos de uma concessionária de automóveis de Londrina com 150 funcionários. As divergências entre pessoas de personalidades e opiniões diferentes são comuns e o problema se torna mais aparente pelo fato de permanecerem muito tempo juntas. "O primeiro passo é entender o motivo, quem são as pessoas envolvidas e ouvi-las. É de grande importância que antes de qualquer decisão se investigue os fatos ocorridos e o histórico das pessoas envolvidas", aponta Negri.
Para o encarregado, um conflito é um sinal de que algo precisa ser mudado, melhorado, adequado ou mesmo negociado com os colegas de trabalho. "Uma crise torna os membros da empresa mais conscientes e aptos a lidar com problemas, promove mudanças e adaptação organizacional, fortalece relações e ainda aumenta o desenvolvimento pessoal e profissional", ressalta Negri. (Lucio Flávio Cruz/Folha de Londrina)