Nesta quinta-feira (31), é comemorado o Dia Mundial Sem Tabaco. A substância é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares. Segundo dados da Heart Foundation (Fundação do Coração), o uso do tabaco aumenta em até duas vezes a possibilidade de infarto, em três vezes as chances de um derrame cerebral, em cinco vezes a possibilidade de uma doença arterial e em 20 vezes a probabilidade do fumante ter uma angina. O número de jovens que que fumam vem crescendo alarmantemente e dentre as armadilhas que seduzem esse público, a que mais desponta é o narguilé.
A fumaça que ganha formas, a fragrância que vem da essência e os acessórios que adornam o narguilé, equipamento que funciona como uma espécie de cachimbo, contribuem para atrair usuários. Em volta do vaso, do prato e da mangueira que envolve e da piteira que se impõe, curvam-se apreciadores do hábito, inconscientes dos danos aos quais estão expostos.
Embora pareça inofensivo e seja bem comum ver uma roda de amigos compartilhando o narguilé, seu fumo é tão maléfico como o de um cigarro comum. Só para se ter uma ideia, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma hora de contato com o de narguilé equivale a fumar 100 cigarros comuns. Os dados e a crescente estatística do seu uso no Brasil acendem alerta no governo. E mais, embora contenha a mesma quantidade de substâncias tóxicas – 4.700, segundo o Instituto Nacional do Câncer – uma sessão com o instrumento dura mais do que tragar um cigarro inteiro. O narguilé pode ter uma ou mais tubulações por onde o fumo chega até a boca do usuário, o que o torna compartilhável. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)
A fumaça que ganha formas, a fragrância que vem da essência e os acessórios que adornam o narguilé, equipamento que funciona como uma espécie de cachimbo, contribuem para atrair usuários. Em volta do vaso, do prato e da mangueira que envolve e da piteira que se impõe, curvam-se apreciadores do hábito, inconscientes dos danos aos quais estão expostos.
Embora pareça inofensivo e seja bem comum ver uma roda de amigos compartilhando o narguilé, seu fumo é tão maléfico como o de um cigarro comum. Só para se ter uma ideia, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma hora de contato com o de narguilé equivale a fumar 100 cigarros comuns. Os dados e a crescente estatística do seu uso no Brasil acendem alerta no governo. E mais, embora contenha a mesma quantidade de substâncias tóxicas – 4.700, segundo o Instituto Nacional do Câncer – uma sessão com o instrumento dura mais do que tragar um cigarro inteiro. O narguilé pode ter uma ou mais tubulações por onde o fumo chega até a boca do usuário, o que o torna compartilhável. (Walkiria Vieira/NOSSODIA)