O líbero Serginho vestiu a camisa da seleção brasileira de vôlei pela última vez no domingo. A vitória no segundo amistoso diante de Portugal, desta vez no Mané Garrincha, marcou a despedida de um dos mais vitoriosos jogadores da história da modalidade. E, ao fazer uma análise de toda esta caminhada, o jogador de 40 anos se emocionou e repetiu diversas vezes a palavra "gratidão".
"São anos dedicados à seleção, uma parte importante da minha vida. Só tenho gratidão ao vôlei. Só gratidão. Não tenho que falar mais nada. Parei com a seleção, graças a Deus. Dentro do vôlei, muitas pessoas têm histórias lindas, mas eu fui contemplado com esta história toda. Tenho gratidão muito grande por ter vindo aqui, ter sido parte importante com esses meninos. É uma felicidade enorme. Choro de felicidade, não tem como ficar triste com isso", disse. Em mais de 15 anos de seleção brasileira, Serginho representou a ascensão de uma equipe que conquistou tudo que poderia. Foram inúmeros títulos importantes para o líbero, mas o auge veio há pouco menos de um mês, quando não só faturou sua segunda medalha de ouro olímpica, como foi escolhido o melhor jogador dos Jogos do Rio.
"São anos dedicados à seleção, uma parte importante da minha vida. Só tenho gratidão ao vôlei. Só gratidão. Não tenho que falar mais nada. Parei com a seleção, graças a Deus. Dentro do vôlei, muitas pessoas têm histórias lindas, mas eu fui contemplado com esta história toda. Tenho gratidão muito grande por ter vindo aqui, ter sido parte importante com esses meninos. É uma felicidade enorme. Choro de felicidade, não tem como ficar triste com isso", disse. Em mais de 15 anos de seleção brasileira, Serginho representou a ascensão de uma equipe que conquistou tudo que poderia. Foram inúmeros títulos importantes para o líbero, mas o auge veio há pouco menos de um mês, quando não só faturou sua segunda medalha de ouro olímpica, como foi escolhido o melhor jogador dos Jogos do Rio.