Contratado para ser o centroavante do São Paulo, Diego Souza demorou a embalar na função, mas vem demonstrando na prática que a camisa 9 lhe caiu bem. Além de o jogador ser um dos artilheiros do time no ano ao lado de Nenê, todos os 12 gols que ele marcou até agora foram de finalizações no interior da grande área adversária.
No último sábado, Diego Souza utilizou o pé direito para concluir cruzamento de Nenê e garantir o único gol da vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, no Morumbi. Estava quase na pequena área baiana.
A chegada do atacante provocou desconfiança sobre suas condições para substituir Lucas Pratto, este sim um autêntico centroavante, que foi para o River Plate, da Argentina, um dia após o clube anunciar a contratação do reforço do Sport, em janeiro.
Aliás, esta foi a principal estratégia utilizada para convencer o jogador a trocar a Ilha do Retiro, onde era ídolo, pelo Morumbi: a vitrine de jogar como centroavante do São Paulo. Diego Souza sonhava em ser convocado por Tite para a Copa do Mundo da Rússia e via mais possibilidade de estar na lista nesta função do que como meia-atacante, sua posição de origem. O início no São Paulo, porém, foi desanimador. Dorival Júnior, então técnico, chegou a dizer, em fevereiro, que Diego Souza não servia. Passados quatro meses, Diego Souza somava só três gols e, após ser afastado por Diego Aguirre, quase foi para o Vasco. Acabou convencido por Raí, diretor executivo de futebol, a ficar. Aparou as arestas com o treinador e, de volta à formação titular, em maio, engatou uma sequência de cinco partidas marcando gols. Não saiu mais do time e reconquistou a confiança do treinador uruguaio. Mais do que isso: caiu nas graças do torcedor.
"Tenho de falar de Diego Souza, porque escutei muitas opiniões de que ele não era um centroavante e ele é um baita centroavante. Pode também jogar de meia, mas é um centroavante que faz gol em todo jogo", opinou um eufórico Aguirre. (Agência Estado)
No último sábado, Diego Souza utilizou o pé direito para concluir cruzamento de Nenê e garantir o único gol da vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, no Morumbi. Estava quase na pequena área baiana.
A chegada do atacante provocou desconfiança sobre suas condições para substituir Lucas Pratto, este sim um autêntico centroavante, que foi para o River Plate, da Argentina, um dia após o clube anunciar a contratação do reforço do Sport, em janeiro.
Aliás, esta foi a principal estratégia utilizada para convencer o jogador a trocar a Ilha do Retiro, onde era ídolo, pelo Morumbi: a vitrine de jogar como centroavante do São Paulo. Diego Souza sonhava em ser convocado por Tite para a Copa do Mundo da Rússia e via mais possibilidade de estar na lista nesta função do que como meia-atacante, sua posição de origem. O início no São Paulo, porém, foi desanimador. Dorival Júnior, então técnico, chegou a dizer, em fevereiro, que Diego Souza não servia. Passados quatro meses, Diego Souza somava só três gols e, após ser afastado por Diego Aguirre, quase foi para o Vasco. Acabou convencido por Raí, diretor executivo de futebol, a ficar. Aparou as arestas com o treinador e, de volta à formação titular, em maio, engatou uma sequência de cinco partidas marcando gols. Não saiu mais do time e reconquistou a confiança do treinador uruguaio. Mais do que isso: caiu nas graças do torcedor.
"Tenho de falar de Diego Souza, porque escutei muitas opiniões de que ele não era um centroavante e ele é um baita centroavante. Pode também jogar de meia, mas é um centroavante que faz gol em todo jogo", opinou um eufórico Aguirre. (Agência Estado)