Duas ambulâncias do Siate de Londrina estão circulando com câmeras que gravam tudo (imagens e sons) que acontece dentro das viaturas. A movidade começou a ser testada na última sexta e agora é possível acompanhar detalhes de cada atendimento prestado à população.
O coordenador regional do Siate, major Wilson Oliveira Paulino, afirma que a expectativa é monitorar os atendimentos em tempo real, mas, pelo menos por enquanto, serão feitas apenas imagens gravadas dos procedimentos. "A gravação das imagens já garante a segurança dos socorristas e da população. As imagens podem ser utilizadas para verificar, por exemplo, se está sendo cumprido o protocolo pré-hospitalar que deve ser adotado em cada situação, também para sanar conflitos nos casos em que a família questiona os procedimentos durante a ocorrência e até para salvaguardar os próprios socorristas em tentativas de agressão", explica o oficial.
Conforme o major, as câmeras foram oferecidas por uma empresa de Londrina para serem testadas durante 30 dias. Cada kit tem o custo médio de R$ 1,5 mil. Apenas um oficial está autorizado a acessar as imagens. (Viviani Costa/Folha de Londrina)
O coordenador regional do Siate, major Wilson Oliveira Paulino, afirma que a expectativa é monitorar os atendimentos em tempo real, mas, pelo menos por enquanto, serão feitas apenas imagens gravadas dos procedimentos. "A gravação das imagens já garante a segurança dos socorristas e da população. As imagens podem ser utilizadas para verificar, por exemplo, se está sendo cumprido o protocolo pré-hospitalar que deve ser adotado em cada situação, também para sanar conflitos nos casos em que a família questiona os procedimentos durante a ocorrência e até para salvaguardar os próprios socorristas em tentativas de agressão", explica o oficial.
Conforme o major, as câmeras foram oferecidas por uma empresa de Londrina para serem testadas durante 30 dias. Cada kit tem o custo médio de R$ 1,5 mil. Apenas um oficial está autorizado a acessar as imagens. (Viviani Costa/Folha de Londrina)